MINISTRAÇÕES

OUTRAS MINISTRAÇÕES

Semana 01 - A vitória poderosa da Fé
Semana 51 - A consagração para conquistar
Semana 50 - Tomando posse do milagre
Semana 49 - O propósito do milagre
Semana 48 - Curando através da enfermidade
Semana 47 - Levando Deus a sério
Semana 46 - Vivendo acima dos problemas

PALAVRA PASTORAL

2021

Uma escolha entre a boca de deus ou a boca do peixe

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 3 out

Semana 40 - Uma escolha entre a boca de deus ou a boca do peixe

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 3 out

Semana 39 - O poder dos ossos que estão juntos - Parte 2

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 26 set

Semana 38 - O poder dos ossos que estão juntos - Parte 1

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 19 set

A unidade como chave do sucesso

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 12 set

Semana 37 - A unidade como chave do sucesso

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 12 set

Caminhando juntos para produzir resultados

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 5 set

Semana 36 - Caminhando juntos para produzir resultados

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 5 set

Deus é totalmente inclusivo

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 29 ago

Semana 35 - Deus é totalmente inclusivo

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 29 ago

Caminhos loucos

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 22 ago

Semana 34 - Caminhos loucos

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 22 ago

Poder humano versus poder divino

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 15 ago

Semana 32 - Poder humano versus poder divino

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 15 ago

Encontro marcado encontrando-se com Deus

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 8 ago

Semana 32 - Encontro marcado encontrando-se com Deus

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 8 ago

Semana 31 - O poder da tranquilidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 1 ago

Fazendo com dedicação as pequenas tarefas

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 25 jul

Semana 30 - Fazendo com dedicação as pequenas tarefas

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 25 jul

O poder das conquistas saudáveis

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 18 jul

Semana 29 - O poder das conquistas saudáveis

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 18 jul

A unidade produz verdadeiros adoradores

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 11 jul

Semana 28 - A unidade produz verdadeiros adoradores

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 11 jul

Na cobertura espiritual tem proteção

Crescimento em Deus
Katia Victoriano 4 jul

Semana 27 - Na cobertura espiritual tem proteção

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 4 jul

Na comunhão tem cobertura espiritual

Crescimento em Deus
Kátia Victoriano 27 jun

Semana 26 - Na comunhão tem cobertura espiritual

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 27 jun

Posicionamento para a Comunhão!

Crescimento em Deus
Kátia Victoriano 20 jun

Semana 25 - Posicionamento para a Comunhão!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 20 jun

Semana 24 - Mantendo a comunhão com Deus!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 13 jun

Semana 23 - A comunhão promove ofertas de comunhão!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 6 jun

Semana 22 - Vivendo Intensamente!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 30 maio

Semana 21 - Experimentando Deus!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 23 maio

Semana 20 - O que não podemos esquecer

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 16 maio

Semana 19 - O poder para vencer a dúvida

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 9 maio

Semana 18 - É possível a manifestação da ira de Deus na graça?

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 2 maio

Semana 17 - O Valor da Aliança

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 25 abr

TROCAS INCONSEQUENTES ESMAGAM A COMUNHÃO

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 18 abr

Semana 15 - Perseverando nos relacionamentos

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 11 abr

Perseverando nos relacionamentos

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 11 abr

Ladrões da Cruz

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 4 abr

APRENDENDO A ESCOLHER AS AMIZADES PARA PROTEGER A UNIDADE

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 14 fev

Aprendendo a incentivar para proteger a unidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 7 fev

Semana 06 - Aprendendo a incentivar para proteger a unidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 7 fev

Semana 05 - Aprendendo a amar para proteger a unidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 31 jan

Semana 04 - Aprendendo a falar para proteger a unidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 24 jan

Semana 03 - Construindo ambientes de paz!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 17 jan

Semana 02 - O que estamos fazendo com a Igreja

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 10 jan

Semana 01 - A Vitória Poderosa da Fé

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 3 jan
Crescimento em Deus

Uma escolha entre a boca de deus ou a boca do peixe

Katia Victoriano Katia Victoriano 3 de outubro

Uma escolha entre a boca de deus ou a boca do peixe
03 de Outubro de 2021
Texto base Jonas 1 e 2 (NAA)

 

Nesta história tão conhecida da Palavra de Deus, veremos através da vida do profeta Jonas como podemos, ou não, ouvirmos a voz de Deus. Sempre que se busca uma direção da parte de Deus, de forma equivocada alguns querem ouvir do Senhor o que deve “fazer” ou o que deve “ter” – “Devo fazer isto ou aquilo?” ou “Devo ter isto ou aquilo?” – e na verdade, não se preocupam com o que “ser”, por isso não ouvem a Deus. Aprendamos juntos: o “ser” é mais importante do que “ter” ou “fazer”. Deus é um Deus vivo e soberano que fala conosco de diversas formas, mesmo quando não percebemos: “Pois a verdade é que Deus fala, ora de um modo, ora de outro, mesmo que o homem não o perceba.” Jó 33.14. Nesta narrativa de Jonas, vemos o comportamento de um crente verdadeiro diante do falar divino. E Deus fala com Jonas de 3 formas distintas: Deus fala através da Palavra; através de uma tempestade e através da boca de um peixe. Vamos trazer esses tópicos para a nossa realidade, de forma a compreendermos o que o Senhor está falando conosco. Deus tem um falar diretivo – pela Palavra: II Tm 3.16 diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça.” Quando você dá ouvidos à Palavra de Deus, ministrada através do texto sagrado e homens usados pelo Senhor, você recebe direção e não sofre danos. É o primeiro e mais eficaz método para quem é obediente. Deus também tem um falar corretivo, através das circunstâncias da vida – são as tempestades – às vezes as pessoas não ouvem a voz de Deus pela Palavra, então por Sua graça e bondade Deus manda uma tempestade. Jonas 1.4 nos diz: “Mas o Senhor lançou sobre o mar um forte vento, e levantou-se uma tempestade tão violenta, que parecia que o navio estava a ponto de se despedaçar.” Sim, é Deus quem envia a dificuldade. Não é o Diabo que está enviando um vento forte ou quebrando o seu navio, é Deus falando contigo através das intempéries da vida. Por isso fique atento, e aprenda com as tempestades. E por fim, Deus tem um falar punitivo, expresso através das tragédias pessoais pelas quais passamos. Todos nós já tivemos um dia mal, um dia difícil; e alguns até já enfrentaram tragédias. Note o que está registrado em Jonas 1.17: “O Senhor ordenou que um grande peixe engolisse Jonas. E Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe”. Olha onde Jonas teve que parar a fim de ouvir a voz de Deus! E o mesmo pode acontecer conosco. Deus nos fala pela Palavra, não ouvimos; Deus envia uma tempestade, ainda assim não damos atenção. Então Deus permite que algo mais “intenso” aconteça, aí nós ouvimos ao Senhor. Jonas 2.1-2: “Então Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse: Na minha angústia, clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu ouviste a minha voz.” Aleluia! Deus sempre nos ouve quando clamamos a Ele com sinceridade de coração! Preste atenção meu querido irmão, minha querida irmã! Não espere “ser engolido por um peixe” para ouvir o que Deus tem a falar contigo! E o maravilhoso é que Deus sempre nos dá uma nova chance para que O ouçamos do modo mais simples, através da Sua Palavra. Depois que Jonas finalmente ouve ao Senhor, e clama por sua misericórdia, vemos em Jonas 3.1-2 o cuidado de Deus em tratar com o seu profeta: “A palavra do Senhor veio a Jonas pela segunda vez, dizendo: – Levante-se, vá à grande cidade de Nínive e pregue contra ela a mensagem que eu lhe darei.” Deus fala de novo, pela Palavra! Como o nosso Pai é misericordioso e amável! Temos um Deus que fala e realmente deseja o nosso bem. De forma simples e objetiva: Palavra, Tempestade ou Tragédia – Como você escolhe ouvir a voz de Deus? Tenha uma ótima semana com os ouvidos atentos à Palavra do Senhor.

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 03.10.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 40 - Uma escolha entre a boca de deus ou a boca do peixe

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 3 de outubro

Semana 40 – Uma escolha entre a boca de deus ou a boca do peixe
03 de Outubro de 2021
Texto base Jonas 1.17

 

A história de Jonas retrata a vida de pessoas que, conhecendo Deus e, mesmo tendo experiências com Ele, teimam em viver longe da sua vontade. Elas fazem prevalecer o interesse pessoal em detrimento daquilo que Deus deseja para suas vidas. Não confiam que o Senhor sempre tem o melhor e por isso acumulam frustrações e fracassos. Algumas delas até são bem-sucedidas nas finanças ou conquistas pessoais, todavia fracassam na conquista da prosperidade plena, aquela que abrange o corpo, a alma e o espírito. Escolher a boca de Deus significa estar alinhado com o que Deus fala, enquanto a escolha pela boca do peixe representa ser engolido por um turbilhão de problemas que metem medo e perturbação. Ouvir Deus significa deixar-se modelar por sua palavra, inclinando-se em posturas e comportamentos que nos assemelham ao caráter divino. Vivemos num contexto social de pessoas destituídas de moralidade e valores éticos, por isso os relacionamentos são conturbados. Elas não querem se relacionar com Deus, pois estão fugindo dele e, ao mesmo tempo, possuem relacionamentos em crise com os seus pares, mesmo as pessoas do rol afetivo. Escolher a boca do peixe representa desistência, pois é uma entrega à escuridão e a morte; e, a bem da verdade, precisamos reconhecer que as pessoas não se aproximam da boca do peixe atraídas pelo prazer fúnebre, antes, são engodadas por suas paixões pecaminosas e, secularizadas.
Tais pessoas possuem a mente contaminada por raciocínios contrários a Deus. Nossos comportamentos indicam se estamos mais pertos da boca do peixe ou da boca de Deus. O grande erro do profeta é o mesmo que as pessoas cometem em todos os tempos, ou seja, afastam-se de Deus e não percebem que isso representa aproximar-se da boca do peixe. Quanto mais longe do Céu, mais perto do inferno. Quanto mais longe de Deus, mais perto de Satanás. Reflita sobre a direção que você está dando para sua vida!

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 39 - O poder dos ossos que estão juntos - Parte 2

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 26 de setembro

Semana 39 – O poder dos ossos que estão juntos – Parte 2
26 de Setembro de 2021
Texto base Ezequiel 37

 

Ossos se ajuntam com ossos e isso permite que um corpo fique em pé, em movimento e seja produtivo. A ciência nos subsidia das seguintes informações: os ossos absorvem cálcio para o corpo todo, armazenando 99% do mineral presente. Dentro de alguns ossos há uma substância chamada tutano que produz as células vermelhas, as células brancas e as plaquetas. Existem 206 ossos no esqueleto humano que mantêm a formação do corpo e protegem os órgãos internos. Por exemplo, os ossos na cabeça protegem o cérebro; já os ossos na caixa torácica envolvem e rotegem os pulmões. O lugar onde dois ou mais ossos se unem é chamado de junta, que normalmente permite o movimento dos ossos envolvidos. No entanto, o movimento é coordenado pelos ligamentos (grupos de tecidos fibrosos), que se conectam aos ossos, e pela cartilagem (tecido elástico) que reveste as extremidades dos ossos. Os ligamentos unem um osso ao outro. A cartilagem amortece e protege os ossos com a ajuda de diversos fluídos e bursas (pequenas bolsas com fluído lubrificante que circulam as juntas). Outro grupo de tecidos conectivos, chamados tendões, liga os ossos aos músculos. Os músculos também são tipos específicos de tecidos que possuem a capacidade de se contrair. É essa contração que aciona os tendões e permite o movimento.
Tais informações tornam-se relevantes na medida em que a inspiração bíblica nos leva à entender a igreja como sendo o Corpo de Cristo, o qual funciona por meio de suas juntas e produz seu movimento em relação a si mesma e ao mundo. Se você é um membro do Corpo de Cristo então está ligado a outros membros, e sua vida funciona em razão da missão que a igreja possui. Há pessoas que se enganam quando se julgam cristãs, mas vivem isoladas e sem alimentar bons relacionamentos com os outros membros do corpo. Pessoas que sofrem de artrite ou artrose, dentre outros males que assolam a junção dos ossos, sabem a dor que possuem para efetivar algum movimento. Assim é o Corpo de Cristo, Ele sofre quando seus membros não estão ligados uns aos outros.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 38 - O poder dos ossos que estão juntos - Parte 1

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 19 de setembro

Semana 38 – O poder dos ossos que estão juntos – Parte 1
26 de Setembro de 2021
Texto base Ezequiel 37

 

No texto em epígrafe Deus está lembrando o profeta sobre a sua vocação e chamando-o para falar profeticamente a despeito das circunstâncias, pois pelas suas palavras a vida será produzida. É isso que falta nas instituições desde a família até a nação – pessoas que falem para produzir vida. Não se trata do falar positivo impregnado de autoconfiança e repleto de chavões motivacionais ensinados pelos gurus da autoajuda, e nem mesmo falar com as circunstâncias, antes é um falar com o Espírito Santo, chamando-o a agir. O livro de Gênesis indica que a terra era sem forma e vazia e Deus falou com o Espírito para trazer a existência o que não existia. Temos cemitérios em todos os lugares. Nas famílias, igrejas, ONGs, condomínios, repartições públicas, nas praças, nas ruas, nas vilas, nas cidades e em todos os lugares faltam pessoas que falem chamando o Espírito Santo para produzir vida. A mensagem do profeta Ezequiel era chamar o Espírito para combater o pecado do povo, pois a nação era obstinada pela idolatria e pelo ganho desonesto.
O Espírito Santo é chamado para desfazer a rebeldia em relação ao atender a Palavra de Deus, também para combater a maldade dos homens que por não temerem a Deus, atacam os seus profetas. Somente o Espírito Santo é capaz de convencer as pessoas das suas maldades. Quando o Espírito Santo age nem mesmo a obstinação no erro e o comportamento desonroso para com o Senhor é capaz de resistir à sua obra. Por tudo isso, o profeta é encorajado a chamar o Espírito de Deus e a falar com Ele para que, como um vento impetuoso, varra toda a terra. Hoje precisamos chamar o Espírito de Deus para combater a miséria que os povos sofrem em decorrência de terem se transformado num grande cemitério. Eles se entregaram às paixões carnais e ao materialismo, e, com isso, se afastaram de Deus. Israel era visto como um cemitério antes da ação do Espírito Santo, e assim aprendemos que se o cheiro da morte estiver por perto, o remédio é chamar o Espírito Santo.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

A unidade como chave do sucesso

Katia Victoriano Katia Victoriano 12 de setembro

A unidade como chave para o sucesso!
12 de Setembro de 2021
Texto base Gênesis 11.1-7

 

Acredito que todos nós já compreendemos a importância da unidade, do caminharmos juntos em todas as áreas da nossa vida para obtermos sucesso. E neste texto de Gênesis 11 vemos a ação Deus em relação à unidade do Seu povo. No versículo 6, o Senhor declara: “Eles são um só povo e falam uma só língua…” A unidade atrai a atenção de Deus! Vemos que o povo falava a mesma língua, o que implica que tinham um mesmo coração e uma só mente. O verso 2 diz que eles se fixaram na planície de Sinear, ou sejam, eles estavam fisicamente juntos. E no verso 4, vemos uma convocação para um projeto em comum: “Depois disseram: “Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra”. Aleluia! Quando existe unidade, existem realizações produtivas! E mais, Deus avalia a qualidade da unidade pela qualidade dos projetos; no verso 5 está registrado: “O Senhor desceu para ver a cidade e a torre…” Note: a unidade tem qualidade. E Deus é um Deus que sonda os corações. Provérbios 16.1 diz que nós fazemos os planos, mas que a resposta vem da boca do Senhor! Deus avalia as mentes e corações para saber se há similaridade entre o que pensam e sentem. Na sequência de Provérbios 16, no verso 2 está escrito: “Todos os caminhos do homem lhe parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito.” Nós somos seres humanos, tão imperfeitos e sujeitos a errar, que dependemos 100% da direção e aprovação de Deus para sermos bem-sucedidos. Não tente caminhar sozinho; Deus trabalha através da unidade e nós precisamos uns dos outros. Vamos pensar na história de Jeú, rei de Israel, registrada em II Reis 9 e 10 e como esse rei agiu pelo princípio da unidade. Jeú era comandante do exército de Israel, e foi comissionado por Eliseu para trazer juízo a dinastia de Acabe por causa da imoralidade e idolatria do rei e de sua família. Ele cumpre com sucesso a sua missão, mas isso lhe custa alguns inimigos. Jeú era um capitão do exército israelense e estava subordinado ao rei Acabe, mas a ordem do Senhor era destruir toda a casa de Acabe. Jeú não era um sucessor natural de Acabe, não era seu filho e nem herdeiro da coroa, e sua unção como o novo rei de Israel não se daria de forma mansa e pacífica. Então como rei ele precisava saber com quem iria andar, e que no caminho para Samaria se encontraria Jonadabe. Em II Re 10.15-16 está escrito: “Saindo dali Jeú encontrou Jonadabe, filho de Recabe, que tinha ido falar com ele. Depois de saudá-lo Jeú perguntou: “Você está de acordo com o que estou fazendo? ” Jonadabe respondeu: “Estou”. E disse Jeú: “Então, dê-me a mão”. Jonadabe estendeu-lhe a mão, e Jeú o ajudou a subir no carro e disse-lhe: “Venha comigo e veja o meu zelo pelo Senhor”. Então ele o levou em seu carro.” Creio que através deste texto nós podemos afirmar: “Tome cuidado com quem você coloca no seu carro.” Avalie…. Pondere…. Tome cuidado, e estenda a sua mão apenas para aquelas pessoas que estarão contigo compartilhando os mesmos projetos, e que tenham a mesma visão. Desta forma, através da unidade vocês alcançarão os seus objetivos com sucesso e em paz. Ótima semana e que Deus te abençoe!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 12.09.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 37 - A unidade como chave do sucesso

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 12 de setembro

Semana 37 – A unidade como chave do sucesso
12 de Setembro de 2021
Texto base Gênesis 11.1-7

 

Em Mateus 12.25 o Senhor Jesus atestou a realidade de que a unidade é chave para o sucesso, bem como a desavença e espírito de divisão indica o fracasso em qualquer empreendimento de propósito secular ou espiritual. A construção e produtividade de uma família, de uma empresa e da solidificação de uma igreja, passam necessariamente pelo interesse participativo das pessoas envolvidas nos processos. Quanto mais pessoas fazem parte do proposto, mais se comprometem, olham na mesma direção, e têm menos desgaste; e os resultados tornam-se mais rápidos. O mesmo princípio se aplica no sucesso pessoal. A pessoa com unidade interior solidificada por sentimentos, vontades e ações em harmonia, é bem-sucedida em tudo que faz. No texto base dessa semana o próprio Deus fala sobre esse poder da unidade.
A unidade que existia no povo não era para uma vida harmoniosa com Deus, antes visava uma autonomia em relação ao Criador, e mesmo assim a Trindade, observando os fatos, chegou a conclusão de que era preciso fazer alguma coisa, pois eles estavam unidos para fazer o mal e se não fossem barrados atingiriam o seu intento. O Senhor constata que: “… o povo é um, e todos tem a mesma língua. Isso é apenas o começo, e agora não haverá restrição para tudo o que planejam fazer.”1 Havia um propósito errado no coração deles e Deus agiu para destruir a unidade que tinham entre si. É dessa forma que o Diabo trabalha contra a igreja, a família e todo projeto nobre, ou seja, procura destruir a unidade para impor fracasso. Se você deseja ter uma família abençoada e feliz, se almeja ter um negócio próspero e produtivo ou um ministério edificante precisa fazer todo esforço para preservar a unidade entre as pessoas que fazem parte dos seus empreendimentos.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Caminhando juntos para produzir resultados

Katia Victoriano Katia Victoriano 5 de setembro

Caminhando juntos para produzir resultados
05 de Setembro de 2021
Texto base Amós 3.3

 

Sabemos que a vida é uma batalha constante em busca de resultados. O texto base citado conclama o povo para a guerra: “Proclamem isto entre as nações: Preparem-se para a guerra! Despertem os guerreiros! Todos os homens de guerra aproximem-se e ataquem.” Deus sempre nos incita a guerrear e conquistar! O desafio é o fôlego da vida, e a unidade o seu combustível. As grandes instituições como o nosso País, a Família e a Igreja, conquistam seus objetivos quando os seus membros estão unidos e focados na mesma missão. E apesar de parecer redundante, as pessoas só estão juntas quando na verdade não estão divididas. Veja o que Jesus diz em Mt.12.25: “Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: ‘Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.’” Como é fundamental a unidade! Em todas as áreas da nossa vida, ninguém faz nada sozinho. Nós precisamos uns dos outros! E isso não é clichê, é uma necessidade real para se conquistar. E para caminhar junto é preciso haver acordo. Amós 3.3 nos apresenta uma questão: “Andarão duas pessoas juntas se não estiverem de acordo?” Ou seja, quando não há concordância não se pode sair do lugar. Temos o clássico exemplo dos dois burrinhos que morrem de fome por estarem amarrados por uma corda, e cada um busca comer o capim que está do seu lado. Se eles entrassem em “acordo” e comessem juntos de um lado e depois do outro, resolveriam o problema. Tudo o que fazemos em conjunto produz resultado. E por fim, as pessoas caminham juntas quando têm coisas em comum, ou seja, quando comungam da mesma visão, possuem os mesmos valores. E o contrário também é verdade. Porque o mesmo profeta Amós no capítulo 3 acima citado, anuncia os prejuízos daqueles que não caminham juntos. Vejamos, no verso 10 está escrito: “Eles não sabem agir com retidão”, o que denota um prejuízo moral, onde perde-se princípios e valores. No verso 11 vemos o prejuízo material: Portanto, assim diz o Senhor, o Soberano: Um inimigo cercará o país. Ele derrubará as suas fortalezas e saqueará os seus palácios”. No versículo 14 existe um prejuízo espiritual: “No dia em que eu castigar Israel por causa dos seus pecados, destruirei os altares de Betel; as pontas do altar serão cortadas e cairão no chão”. Expressa uma vida religiosa destituída de profundidade, rasa, sem a presença de Deus. E concluindo, vemos no verso de número 15 mais um grande prejuízo oriundo da desunião: a falta de segurança e estabilidade: “Derrubarei a casa de inverno junto com a casa de verão; as casas enfeitadas de marfim serão destruídas, e as mansões desaparecerão, declara o SENHOR.” Misericórdia! Tudo isso porque faltou o ajuntamento de pessoas humildes, em busca de resultados factíveis. Isso acontece quando ninguém quer se esvaziar de si mesmo e, portanto, predomina o egoísmo e não a unidade. E como a palavra de Deus é soberana e atual em pelo século XXI, veja a orientação que o apóstolo Paulo dá à igreja de Filipos, registrada em Filipenses 2.1-5: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.” Aleluia! Quanto precisamos aprender com as Escrituras! E como diz o nosso pastor Joel: “Se você prefere ser mais amado do que amar, receber mais do que dar, ser mais servido do que servir, então claramente você não está preparado para caminhar junto com outras pessoas de forma produtiva. A maneira exemplificada por Cristo para produzir resultados é o esvaziar de si mesmo.” Pense nisso, verifique se você tem feito o seu melhor pela unidade, e tenha uma ótima semana!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 05.09.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 36 - Caminhando juntos para produzir resultados

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 5 de setembro

Semana 36 – Caminhando juntos para produzir resultados
05 de Setembro de 2021
Texto base Amós 3.3

A amizade é boa quando é produtiva. O apóstolo Tiago afirma que os frutos da justiça são semeados num ambiente de paz,1 e essa verdade indica que o principal fator na escolha daqueles com quem vamos caminhar é a qualidade de pacificação. Tome cuidado com as pessoas que promovem intrigas, elas tendem a subtrair. Também é perigoso caminhar com pessoas ciumentas e possessivas, pois as tais fazem de você uma propriedade exclusiva e não aceitam com naturalidade que você tenha outros amigos. O ciúme não faz parte da verdadeira amizade, porque sempre haverá uma amizade maior do que outra, e os ciumentos não concordam em dividir sua afeição com outras pessoas. As grandes e produtivas amizades não são programadas e nem nascem de um fato, mas são construídas dentro de um processo, o qual permite que conheçamos as pessoas como elas realmente são. Relacionar-se com alguém durante um tempo, traz a oportunidade de conhecer as virtudes e defeitos e possibilita a oportunidade para a efetivação de uma amizade. O período do namoro é imprescindível para conhecer o comportamento do (a) parceiro (a) através da convivência, para que não se assuma um compromisso e responsabilidade com uma pessoa que não esteja preparada para o casamento. É fundamental a convivência, o conhecimento das devidas funções conjugais e um grande senso de responsabilidade para assumir um casamento, e assim ter uma vida feliz e um casamento bem sucedido.
É necessário que se tenha coragem para romper a construção de amizades quando perceber traços negativos e destrutivos que não são devidamente tratados e corrigidos pela pessoa com quem você tem certa afeição. Tenha cuidado para não fazer isso de maneira traumática ao preço de promover inimizade. Existem vales que você precisa passar sozinho, assim como algumas construções são feitas em carreira solo, assim os verdadeiros amigos dão o suporte da oração, da compreensão e da afeição que te tornam mais forte diante dos desafios.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Deus é totalmente inclusivo

Katia Victoriano Katia Victoriano 29 de agosto

Deus é totalmente inclusivo
29 de agosto de 2021
Texto base Jó 36.5

 

Eliú foi um homem que viveu no tempo de Jó. Ele é mencionado no seu livro, ao fazer um discurso dando o seu parecer sobre a situação de sofrimento que Jó enfrentava, e se apresentando como um defensor da integridade de Deus. Temos poucos detalhes bíblicos a respeito desse moço, mas o que se sabe é que ele era conhecido de Jó. Eliú era o mais jovem em comparação a Jó e seus três amigos: Elifaz, Bildade e Zofar (Jó 32.4). Por isso o texto bíblico diz que Eliú esperou para falar a Jó; ele era respeitoso ao ouvir a todos com imparcialidade, e aguardou que os amigos de Jó terminassem os seus discursos e também que o próprio Jó concluísse a sua defesa, antes de se pronunciar. E no texto base citado, ele declara: “Como Deus é poderoso! Ele não despreza ninguém. Deus sabe todas as coisas.” Aleluia! Que verdade absoluta! Eliú exalta o poder de Deus e reconhece a limitação humana. Como somos limitados, e quanto Deus é poderoso! O próprio Jó exclama no seu livro, 42.2: “Eu reconheço que para ti nada é impossível e que nenhum dos teus planos pode ser impedido.”  Ainda em Apocalipse 1.8 está escrito: “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, que é, que era e que há de vir!” Que Deus extraordinário! Nada é impossível para Ele! Na continuidade do versículo, Eliú diz que Deus não despreza ninguém. Deus não despreza ninguém para a salvação, nem para o serviço cristão. Para a salvação, porque o Senhor nunca desiste de pessoas… e nós também não podemos desistir; nem de nós mesmos! João 6.37 diz: “Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim.” E Deus não despreza ninguém para o serviço do Reino, porque existe muito trabalho a fazer: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos…” disse Jesus em Mateus 9.37. E a nossa parte é nos santificarmos a fim de sermos usados pelo Senhor como vasos de honra, conforme II Tm 2.20-22. Por fim, Eliú conclui o versículo base afirmando que “Deus sabe todas as coisas!” Este atributo da “onisciência de Deus” foge à nossa mera compreensão humana… Seu conhecimento é absoluto sobre tudo! O Salmo 139 é um louvor ao Deus onisciente, que sabe perfeitamente de tudo! Davi diz, no verso 4: “Antes mesmo que eu fale, tu já sabes o que vou dizer.” Deus não sabe apenas os fatos, mas as palavras e também os nossos pensamentos! Ele sabe de todas as nossas falhas e debilidades, e mesmo assim não nos despreza! E ainda, se nos entregarmos com um coração ensinável, Ele pode nos usar com Seu grande poder! Porque Ele compreende a natureza humana, e como diz o salmo 103.14 “Ele sabe como somos feitos; lembra que somos pó.” Deus não espera de nós mais do que possamos oferecer. Ele compreende a nossa fragilidade (tentações, provações, tribulações, desafios). E não nos condena em nossos fracassos. Portanto, perdoe-se porque Deus já te perdoou. E o que Ele tem a realizar na sua vida é um plano perfeito! O Seu amor é maior do que os nossos pecados, e maior do que as nossas fraquezas. O Seu amor é perfeito, e Ele nos aceita como somos. Podemos citar alguns personagens bíblicos “complicados” aos olhos humanos, como Zaqueu que era corrupto; Maria Madalena que era uma prostituta; a mulher samaritana que tinha 5 maridos e uma vida triste e infeliz; o grande apóstolo Paulo que no início da sua trajetória era um obstinado perseguidor de cristãos; o ladrão da cruz que estava ao lado de Jesus… E a nenhum destes o Senhor desprezou! Por amar, Ele não despreza. Exige sim, arrependimento genuíno por causa da justiça, mas não nos condena por causa do Seu amor. Aleluia! Que Deus é esse? Um Deus amoroso e santo, que é firme em Seus propósitos e que deseja usar a sua vida e te fazer feliz de verdade! Ele cumpre os Seus planos nessa Terra através de pessoas que são preciosas aos Seus olhos! É por isso que você é especial. Por isso, nunca se exclua dessa infinita graça! Busque ao Senhor com inteireza de coração e creia nessa palavra! Viva uma vida dedicada ao Senhor e o Seu Reino, e só assim você desfrutará desse amor imensurável! Tenha uma semana abençoada!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 29.08.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 35 - Deus é totalmente inclusivo

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 29 de agosto

Semana 35 – Deus é totalmente inclusivo
29 de agosto de 2021
Texto base Jó 36.5

 

Deus prefere alguns em detrimento de outros? A resposta é dúbia. A Bíblia assevera que Deus não faz acepção de pessoas, mas o mesmo texto indica que lhe é agradável aquele que faz a sua vontade. Afinal, Deus tem ou não preferidos? A resposta é simples: sim e não. Ele não tem preferidos na medida em que não despreza ninguém, mas a porta é estreita e nem todos estão dispostos a se encolher para por ela entrar, então estes ficarão de fora do seu plano de amor e acolhimento. Qualquer pessoa é bem-vinda e aceita desde que entre pela porta. Não existem pecados demasiadamente grandes que Ele não possa perdoar, e nem pessoa tão má que Ele não possa transformar. Todos podem ser salvos e fazer parte de sua igreja, pois foi para isso que Jesus veio ao mundo, ou seja, para abrir a possibilidade de salvação para todas as pessoas. O apóstolo João afirma que Ele veio para os seus (judeus), mas deu o poder a todos os que creem em seu nome, de serem feitos filhos de Deus; daí conclui-se que as boas novas de salvação são para todos os povos e que “Deus amou a todos de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Contudo, existem pessoas que, obstinadas pela maldade de seus corações, rejeitam o propósito de Deus, por isso os tais sofrem o seu desprezo. Essas pessoas preferem viver em função das suas paixões carnais e fazem de si mesmas e de seus desejos o seu deus, portanto são elas que se excluem. Elas não são excluídas num processo eliminatório, por mera preferência pessoal da parte de Deus, pois Jesus disse que de maneira alguma lançará fora quem vem a Ele. Apelo para que todos venham diariamente a Jesus.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Caminhos loucos

Katia Victoriano Katia Victoriano 22 de agosto

Caminhos loucos
22 de agosto de 2021
Texto base Sofonias 3.1-2

 

A rebeldia é definida pelo dicionário como resistência; revolta; birra ou oposição. O texto base citado diz: “Ai da cidade rebelde, impura e opressora! Não ouve a ninguém, e não aceita correção; Não confia no Senhor; não se aproxima do seu Deus.” Na época do profeta Sofonias já havia a identificação de rebeldia contra Deus. Aprenda isso: toda rebeldia insurge, primeiramente, contra Deus. A bíblia nos apresenta diversos exemplos de rebeldia. Satanás nasceu da rebelião contra Deus (Ez 28.14-15). Adão e Eva se rebelaram contra Deus através da desobediência e da cobiça de serem iguais a Deus (Gn 3.1-6). Saul foi rejeitado como Rei de Israel por causa da rebeldia (I Sm 15.22-23). Ananias e Safira morreram devido à rebeldia (Atos 5). O filho pródigo se rebelou contra seu pai (Lc 15.11-32) e teve sérias consequências. Note que a rebeldia indica a separação de Deus. E isso é terrível! Mas como Deus é um Deus misericordioso, Ele tem a cura para a rebeldia! Deus tem o poder de curar qualquer rebeldia porque não tem prazer na separação ou na condenação. E todos nós sabemos que a rebeldia não surge de repente; ela é construída gradativamente. Podemos comprovar isso através de 4 comportamentos relatados no versículo 2 do texto citado: 1 – Indisposição para ouvir – V.2a: “Não ouve a ninguém…” quem não ouve não obedece, simplesmente porque não ouviu. “Todo homem seja pronto para ouvir e tardio para falar…” nos diz Tiago 1.19. 2 – Indisposição para aprender – V.2b: “… e não aceita a correção”. Quem deseja aprender vê na correção uma oportunidade, mas quem não tem essa disposição, se ofende. E cabe ressaltar que todo pastoreio é feito à base de ensinamento e correção. II Tm 4.2 diz: “Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina”. 3 – Indisposição para confiar em Deus – V.2c: “…Não confia no Senhor…” Confiar em Deus é uma premissa e uma decisão. O que impede a confiança em Deus é a arrogância. Sofonias 3.12: “Mas deixarei no meio da cidade os mansos e humildes, que se refugiarão no nome do Senhor.” Aleluia!!! Confiar em Deus deve ser a base da nossa existência! “Os que confiam no Senhor são como os montes de Sião, que não se abala mas permanece para sempre” (Sl 125). Somente a confiança em Deus nos faz prosseguir em meio às lutas, e acreditar em dias melhores! 4 – Indisposição para ter comunhão com Deus – V.2d: “… Não se aproxima do seu Deus.” O nosso relacionamento com Deus, que é o que gera a comunhão diária, deve ter a prioridade acima de todas as coisas! Nada, e nem ninguém pode roubar a comunhão com o Pai! Agora, mesmo diante dessas atitudes que conduzem à rebeldia: as indisposições para ouvir, para aprender, para confiar e para ter comunhão com Deus, o Senhor sempre Se manifesta com Sua infinita misericórdia, mudando o destino do Seu povo através de Seu imensurável amor! A partir do versículo 9 do texto base, vemos Deus trazendo restauração ao seu povo! Observemos os versos a seguir: 15 “O Senhor anulou a sentença contra você, ele fez retroceder os seus inimigos… 17 O Senhor, o seu Deus, está em seu meio, poderoso para salvar. Ele se regozijara em você; com o seu amor a renovará… 20 … Eu lhes darei honra e louvor entre todos os povos da terra, quando eu restaurar a sua sorte…” Aleluia!!! Como já dizia o profeta Samuel: “Não há ninguém santo como o Senhor; não há outro além de ti; não há rocha alguma como o nosso Deus!” (I Sm 2.2). Nosso Deus é um Deus de amor que deseja que todos sejam salvos, e que, como já dissemos, é poderoso para curar qualquer tipo de rebeldia! Portanto, aproxime-se de Deus na certeza de que Ele o acolherá, e não permita que nenhuma atitude de rebeldia permeie a sua mente e o seu coração. Encha-se da Palavra de Deus, que o fortalecerá e trará direção! Esteja atento, e sempre disposto a ouvir e aprender, confiando ao Senhor os seus dias, e alimentando uma comunhão verdadeira com Deus! Ótima semana, em vigilância e oração!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 22.08.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 34 - Caminhos loucos

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 22 de agosto

Semana 34 – Caminhos loucos
22 de agosto de 2021
Texto base Sofonias 3.1-2

 

Na época do profeta Sofonias o povo de Deus é identificado como rebelde. O dicionário Aurélio define rebeldia como revolta, resistência, oposição e birra. Portanto, rebelde é a pessoa que se levanta contra uma autoridade devidamente constituída e contra a ordem estabelecida. A Bíblia está repleta de exemplos de rebeliões fomentadas por pessoas orgulhosas, as quais desejavam ser mais do que eram. Aquele que hoje conhecemos como Satanás foi um querubim, o mais importante deles; que ao insurgir-se contra a autoridade de Deus, foi lançado fora da sua presença e transformou-se nesse ser asqueroso que odeia Deus e aos homens. Estes foram criados à imagem e semelhança de Deus, e ainda ocupam um lugar de comunhão com o criador, prerrogativa que outrora pertencia a Lúcifer. Adão e Eva são outros exemplos de rebeldia. Ao serem instigados pelo Diabo, desejaram ser iguais a Deus e perderam a condição privilegiada de inocência.

Outro personagem bíblico identificado como rebelde foi o rei Saul, primeiro entre os monarcas em Israel. Estes e todas as outras pessoas indicadas nas páginas sagradas como rebeldes, tinham em comum a insatisfação com o seu estado original e a presunção de usarem de prerrogativas exclusivas da divindade. Queriam ser deuses. O salmista Davi declara que o louco diz em seu coração que não há Deus1, pois a bem da verdade julga que a existência de um Deus nos moldes bíblicos implica na impossibilidade da autonomia humana. Não é de se estranhar que o homem seja atraído pela cobiça em ser uma divindade, afinal isso é sinônimo de autarquia, soberania, independência e, tais predicativos são o sonho de consumo de grande parte da população mundial. Quem não deseja uma autonomia financeira, uma liberdade para fazer o que quiser e ser senhor de si e das situações ao redor? Concluo afirmando que a maior expressão de loucura é querer ser deus, pois esse desejo é sinônimo de desistir de Deus.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Poder humano versus poder divino

Katia Victoriano Katia Victoriano 15 de agosto

Poder humano versus poder divino
15 de agosto de 2021
Texto base Jonas 1.3

 

Nesta semana queremos pensar sobre o conflito existente entre o poder humano e o poder divino, através da vida de dois personagens bíblicos: Adão e Jonas. Ora, o que pode haver de similar entre esses dois  homens? Em situações diferentes, ambos “tentaram” se afastar de Deus. Adão se escondeu e Jonas fugiu. Vejamos Gn 3.8: “Naquele dia … o homem e a sua mulher ouviram a voz do Senhor Deus, que estava passeando pelo jardim. Então se esconderam dele, no meio das árvores.” E em Jonas 1.3: “Jonas se aprontou, mas fugiu do Senhor, indo na direção contrária…  embarcou a fim de viajar com os marinheiros para a Espanha, para longe do Senhor.” Ambos se afastaram de Deus. E apesar de situações distintas, tanto Adão como Jonas entraram em “disputa” com Deus; deixando de atender à vontade do Senhor, e permitindo que prevalecessem os seus próprios desejos. Surge então uma pergunta intrigante: Por que pessoas entram em disputa com Deus? Pense por um instante… 1º – Porque deixam o seu lugar e a sua posição, esquecendo-se do quanto somos dependentes de Deus e de que vivemos para cumprir os Seus propósitos. O lugar de Adão era no Éden, e sua posição era de administrador. A bíblia nos conta que todos os dias Deus vinha até eles no final da tarde, e passeava com eles no jardim. Que extraordinária experiência de desfrutar diariamente da presença de Deus! O Éden era o lugar de felicidade onde passeavam com Deus! Todavia, o “mal” já estava sondando aquela situação, e desejava destruí-la. Cuidado! No Éden, Satanás teve ocasião entre Adão e Eva; e nos nossos dias, esse “mal” pode estar representado pela ganância, pelo dinheiro, pela vaidade, ou por qualquer outra coisa que proporcione a sensação de “autonomia” de Deus. Como isso é perigoso! A desobediência gera rebelião e afasta a pessoa de Deus. Gn 3.23: “Por isso o Senhor Deus expulsou o homem do jardim do Éden e fez com que ele cultivasse a terra da qual havia sido formado.” No tocante a Jonas, o seu lugar era como hebreu (cristão) e sua posição era cumprir a ordem de Deus. O Senhor ordenara que ele fosse para Nínive, a fim de cumprir a sua missão de anunciar a Palavra de Deus; mas ele desobedece, compra uma passagem para outra cidade, chamada Tarsis, e conforme a sua vontade, do seu jeito, ele desobedece ao Senhor, e sofre graves consequências. Algumas pessoas entram em disputa com Deus, porque desejam ocupar o lugar de outro – Satanás colocou em dúvida a ordem dada por Deus a Adão e Eva. Usando de esperteza, ele questionou o que Deus dissera, e os instigou a desejarem o lugar e a posição de Deus, chegando a afirmar que os seus olhos seriam abertos e que eles seriam como Deus! (Gn 3.1-5) Que terrível engano! Deus tem um propósito no lugar em que Ele te colocou; portanto, não queira e nem cobice o lugar que não lhe pertence. O outro personagem da nossa mensagem, Jonas, também pensava que poderia ser feliz do seu jeito. Querendo tomar o lugar de Deus, dirigindo a sua vida conforme desejasse, sem se importar com a ordem recebida por Deus. Como resultado de seus atos, Jonas se deu muito mal, e prevaleceu a vontade do Senhor. Não procure ser autônomo, antes permaneça no lugar onde o Senhor te colocou. E por fim, alguns ousam disputar com Deus porque negam negar-se a si mesmo, desobedecendo a ordem dada por Jesus aos seus discípulos em Mt 16.24 que diz: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” Essas pessoas entronizam e valorizam o seu “eu”, em detrimento à vontade do Senhor para suas vidas, que é sempre boa, agradável e perfeita! (Rm 12.2) Não ouse disputar com Deus, nem tente com Ele medir forças… Deus é um Deus de amor e bondade que só quer o nosso bem! Por isso, renda-se a Ele com todo o seu coração! Honre o seu lugar e mantenha a sua posição, jamais desejando sair dela ou ocupar o lugar que não é seu. E negue-se a si mesmo a cada dia, deixando o Senhor conduzir os seus passos; porque só assim, você poderá desfrutar da doce presença de Deus, e caminhar com Ele pelo jardim, ainda nessa Terra… Tenha uma ótima semana, na total dependência do Criador!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 15.08.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 32 - Poder humano versus poder divino

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 15 de agosto

Semana 33 – Poder humano versus poder divino
15 de agosto de 2021
Texto base Jonas 1.3

 

Muitos querem ser deuses! Temos na Bíblia comportamentos que identificam, mesmo em servos de Deus, o desejo em ser uma divindade. Os primeiros a caírem nessa tentação foram Adão e Eva. Satanás insinuou que se eles comessem do fruto proibido seriam como Deus e isso despertou neles a cobiça de serem soberanos em suas decisões. Também encontramos em Jonas a ambição de querer dar rumo aos seus passos a despeito da vontade divina que lhe havia sido revelada. Esses são apenas dois exemplos de pessoas que em algum momento tiveram em si o desejo de serem como Deus. Contudo, se pessoas que temem ao Senhor tendem a vagar nessa direção, o que será́ daqueles que se tornam inimigos de Deus? Aliás, o mundo se volta contra Deus porque deseja tomar o seu lugar, pois é atrativa a ideia de não se sujeitar a ninguém e fazer o que der na cabeça. Ter um deus e sujeitar-se a ele é sinônimo de negar a si mesmo, daí até cristãos nominais tornam-se cobiçosos da divindade.
Outro motivo que incita o desejo humano em tornar-se Deus é o fato de reconhecer um deus que não seja a si mesmo. Isso implica em considerar-se pecador, condenado ao sofrimento eterno e carente de misericórdia e graça. Tal posição é inconveniente aos olhos de quem deseja ter autonomia na vida – e isso é um propósito da maioria das pessoas. Os verdadeiros cristãos desejam tanto Deus, que é perigoso serem tentados em querer ser Deus. Na verdade, somos biblicamente chamados a sermos iguais a Jesus no modo de sentir, de pensar e de agir. Para tanto, não precisamos ser Deus, basta tornarmo-nos seus filhos pela fé́.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Encontro marcado encontrando-se com Deus

Katia Victoriano Katia Victoriano 8 de agosto

Encontro marcado encontrando-se com Deus
08 de Agosto de 2021
Texto base Êxodo 25.21-22

 

O tema desta semana diz respeito à definição de vida na existência de cada um de nós. Trata-se de um encontro que transforma corações! Encontrar-se com Deus implica em dar significado aos nossos dias. A premissa básica tem início, quando Deus chama Moisés e o orienta à construção de uma Tenda Sagrada (v.8) a fim de que o povo venha a encontrar-se com Ele. A 1ª coisa a ser feita, era, e é até hoje, ter um lugar especial para Deus. A prioridade na nossa vida deve sempre ser Dele! Nada nem ninguém pode ocupar o lugar que é Dele no trono do nosso coração! A Ele a primazia em tudo e antes de tudo! No v.10, vemos a 2ª coisa a ser feita: a construção de uma arca, que era a representação da “Presença de Deus”. Esta deve sempre estar no centro da sua vida, da sua casa e da sua família. Onde há a “Presença de Deus” tudo vai bem! E aqueles que têm essa maravilhosa Presença, A evidenciam no seu modo de viver. Vemos em alguns personagens bíblicos, a presença de Deus mudando situações e o seu próprio caráter: na vida de Abraão (Gn 12) o Senhor mudou a rota da sua vida trazendo-lhe uma nova história; o homem chamado Jacó, foi transformado em Israel; Neemias, de um funcionário público burocrático no Império Babilônico, foi transformado em um grande empreendedor e governador! E o que dizer dos apóstolos de Jesus? Que de rudes pescadores e cobradores de impostos, tornaram-se homens sábios e influenciadores! E nos dias atuais, o mesmo se aplica na vida de cada pessoa que se encontra com a bendita “Presença de Deus!” Aleluia! Quantas vidas transformadas e maravilhosamente abençoadas por esse Encontro com o Divino! Quando alguém se encontra com Deus, sua sorte é mudada para melhor e essa pessoa jamais será a mesma! No texto base citado, Deus ordena que a ARCA deveria ser colocada no lugar chamado “Santo dos Santos”, pois ali representaria a SUA PRESENÇA. Todos os utensílios e detalhes da construção da arca, analogicamente têm um profundo significado. Nada é por acaso. Em Êxodo 15.18-19 está escrito: “Faça dois querubins de ouro batido, um para cada ponta da tampa. Isso deve ser feito de modo que os querubins formem uma só peça com a tampa.” Analisaremos cada item com a representação da época, assim como também é aplicado nos dias atuais. Começaremos pela “Tampa” da arca, ou propiciatório, que representava a cobertura espiritual. Ou seja, o que é sagrado deve estar coberto. Cobertura essa que todos nós precisamos tê-la hoje, e que só pode estar santificado aquele que tem a cobertura do sangue de Jesus! Os “Querubins de ouro” representavam a santidade (ouro=riqueza), expressando o valor da santidade cobrindo a vida daquele que está vivendo um relacionamento sincero com Deus. Temos ainda registrado no livro de Hebreus 9.4, com riqueza de detalhes, os utensílios que estavam dentro da arca: “Ali estava colocado o altar de ouro onde era queimado o incenso, e também estava colocada a arca da aliança, toda coberta de ouro. Dentro da arca estavam a vasilha de ouro com o maná, o bastão de Arão, do qual tinham saído brotos, e as duas placas de pedra com os mandamentos escritos nelas.” Vamos averiguar cada um desses itens. As “Tábuas da Lei”, representavam a autoridade da Palavra de Deus, que tem autoridade para dominar sobre a vida de quem se encontra com Deus. A “Vara (ou Bastão) de Arão”, representava a Direção, tão importante em nossos dias e dada através da Palavra, que é a bússola diretiva de comportamentos daquele que se encontra com Deus. E por fim, o “Maná” que representava a Provisão, para a vida daquele que se encontra com Deus; afinal, a nossa provisão vem Dele, e somos 100% dependentes Dele. Quanta riqueza no interior dessa arca! Por isso, se você ainda não teve esse encontro, busque um encontro verdadeiro com Deus! Acredite: isso mudará a sua vida de forma espetacular! Usufrua da cobertura espiritual que só pode vir Dele; mantenha a sua vida em santidade; zele e medite na Palavra de Deus que te dará direção em tudo na sua vida; e creia que a sua provisão vem dos céus, pois Nele nada te faltará! Deus te abençoe e ótima semana!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 08.08.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 32 - Encontro marcado encontrando-se com Deus

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 8 de agosto

Semana 32 – Encontro marcado encontrando-se com Deus
08 de Agosto de 2021
Texto base Êxodo 25.21-22

 

O Senhor dá a Moisés várias recomendações sobre os procedimentos da vida civil, religiosa e relacional do seu povo. Também marca um lugar de encontro com o seu servo para periodicamente conversarem e fazer checagem dos procedimentos ordenados. Num clima de santidade representada pela presença dos querubins e de perdão de pecados (significado pelo propiciatório), acontecia a reunião periódica de Deus com Moisés. Quantas lições temos nessa recomendação! A primeira delas indica a necessidade de nos encontrarmos com Deus. Embora Deus esteja em nós, pela presença do Espírito Santo, em todos os momentos de nossa vida, se faz necessário promovermos ocasiões especiais de encontro com Deus por meio de tempo a sós com Ele. Nesses momentos o Espírito Santo tem a oportunidade de nos fazer lembrar de tudo que Jesus nos ordenou a fazer. É o tempo marcado para conferir como está sendo tratado o nosso compromisso com a missão, com o testemunho pessoal e com a formação do nosso caráter que deve ser modelado à imagem de Cristo. Também aprendemos que é necessária uma postura de santidade praticada por alguém justificado. O clima que permeia nosso encontro periódico com Deus deve ser marcado por uma consciência limpa de culpas e por comportamentos éticos ilibados. É preciso estar bem com Deus e com pessoas!
Também aprendemos que pela figura da arca, que ficava debaixo do propiciatório, temos a representação da vara de Arão, do maná descido dos Céus e das tábuas da lei dadas no Monte Sinai. Vara, maná e tábuas da lei representam a autoridade, a provisão e a direção divina sobre nossas vidas. Com isso entendemos que, para que esse encontro seja produtivo, é necessário manter-se em submissão e obediência à sua vontade diretiva; então podemos contar com sua provisão. As pessoas que não estão justificadas e não vivem em santidade, não obedecem a Palavra de Deus e nem confiam em seu cuidado, não possuem encontros significativos com Deus no templo e nem em suas casas.

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 31 - O poder da tranquilidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 1 de agosto

Semana 31 – O poder da tranquilidade
01 de Agosto de 2021
Texto base Jonas 1.1-15 e Mateus 8.23-27

 

Todos passam por dificuldades e tribulações, mas a diferença entre uns e outros é que existem aqueles que permanecem calmos em tempos difíceis, enquanto outros se desesperam. Quanto aos tranquilos, é necessário avaliar a verdadeira causa dessa tranquilidade nos momentos conturbados. Tem gente que permanece calma porque possui uma confiança inabalável no Senhor, porém outros dormem bem porque não estão nem aí com o que está acontecendo – são aquelas que esperam que o mundo acabe em barranco para se encostarem. Nos textos bíblicos propostos percebemos que os personagens que são protagonistas, estão dormindo enquanto a embarcação onde viajam é assolada por ventos fortes oriundos de uma imensa tempestade. Em épocas diferentes encontramos situações idênticas: Pessoas viajam de barco e uma grande tempestade os acomete! Todos ficam apavorados e, com medo da morte, buscam socorro no principal personagem que está no barco; mas tal pessoa está dormindo em sono profundo. No AT Jonas representa aqueles que dormem por indiferença e desistência como alguém que não se importa com mais nada, enquanto no NT a história aponta para Jesus dormindo porque confia no Pai e sabe que tudo está sob controle. Jonas dorme para fugir da sua responsabilidade e culpa, pois caminha contrário à direção de Deus; mas Jesus dorme porque descansa fisicamente e assim se prepara para cumprir a missão ao chegar onde precisava ir. Algumas pessoas que se alienam dos problemas e buscam no passeio, nas férias, ou mesmo na cama, uma fuga diante das suas dificuldades; enquanto isso, outros dormem para repor energias, pois estão dispostos a enfrentar os desafios e possuem a certeza de que irão vencê-los.
Todos dormem! Entretanto, por que cada pessoa está dormindo? Por que você está dormindo? O problema não é dormir, mas fugir da missão através do sono o que é condenável. O descanso é necessário para a realização das conquistas e a solução dos problemas. Bom sono!

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Fazendo com dedicação as pequenas tarefas

Katia Victoriano Katia Victoriano 25 de julho

Fazendo com dedicação as pequenas tarefas
25 de julho de 2021
Texto base Gênesis 37.12-14

 

Vamos pensar hoje nas pequenas tarefas, aquelas que a princípio parecem ser as mais simples, mas que na verdade são as que dão apoio à grandes projetos. O profeta Zacarias nos orienta em seu livro, Zc 4.10, o seguinte: “Não desprezem os começos humildes, pois o Senhor se alegra ao ver a obra começar…” Deus prestigia e se alegra com o início de todas coisas! Vejamos alguns exemplos bíblicos: O grande rei Davi começou a sua trajetória ao trono de Israel, quando foi levar “marmita” para os seus irmãos, conforme registrado em I Samuel 17. 17-18. Neemias reconstruiu Jerusalém e organizou toda a cidade, através do seu choro e intercessão individual (Ne 1.4). No nosso texto base, tudo começa quando José em obediência ao seu pai Jacó, foi ver como estava os seus irmãos em Siquém, e a partir daí tornou-se o governador do Egito (Gn 41.41). E para fecharmos com o MAIOR exemplo, vemos em Lc 2.7 o nascimento de Jesus, humilde, numa manjedoura, sem recursos… e Fp. 2.9-11 nos relata o resultado desse simples começo, conforme está escrito: “Por isso Deus o exaltou à mais alta posição, e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho nos céus, na terra e abaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.” Aleluia! Jesus é o nosso MAIOR exemplo!!! E notamos que todos os que não desprezaram os pequenos começos, antes os valorizam, tem em si 2 marcas comuns: o tempo e o sofrimento. O tempo, porque nada acontece do dia para a noite; é necessário um tempo para que se alcance os resultados, e como diz a Palavra em Ecl 3.1: “Há um tempo certo para todo o propósito debaixo do céu”. E o sofrimento, porque este é inerente a todo ser humano, faz parte da vida, e em algum momento todos experimentam sofrimento e dor; porém, a forma como você encara as dificuldades, fará a diferença nas suas decisões. Por isso, se você deseja alcançar grandes projetos, não despreze os pequenos começos; por mais ínfimos que pareçam, certamente eles serão preciosos e darão base à sua história. Despreze sim, o tempo e o sofrimento, pois estes certamente os acompanharão. Entregue-se à sua pequena tarefa como se fosse uma grande missão, faça o seu melhor, e a sua recompensa virá do Senhor! Colossenses 3.23 nos diz que: “O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas.” Que Deus te abençoe e ótima semana!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 25.07.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 30 - Fazendo com dedicação as pequenas tarefas

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 25 de julho

Semana 30 – Fazendo com dedicação as pequenas tarefas
25 de julho de 2021
Texto base Gênesis 37.12-14

 

É natural que estejamos sempre atrás daquilo que consideramos mais relevante. Por isso, pequenas tarefas não estão dentro de nossa predileção. Quando nos é dada a possibilidade de escolha, preferimos ocupar nosso tempo e potencial naquilo que possui uma visibilidade maior, e que seja mais proeminente. Todavia, grandes oportunidades podem estar sendo desperdiçadas quando nos negamos a fazer com dedicação pequenas tarefas. Quando em certa manhã Israel chamou José, o filho caçula de doze irmãos, e o enviou a buscar informações sobre como seus irmãos estavam se saindo no pastoreio do rebanho da família, o rapaz não podia imaginar que ali teria início uma saga que o levaria a ser a segunda pessoa mais importante do império egípcio. Outro caçula, chamado Davi, não podia imaginar que a tarefa de entregador de comida e informante do seu pai sobre como seus irmãos estavam na guerra contra os filisteus, o levaria a ser rei em Israel.
Neemias não podia imaginar que, ao tornar-se intercessor diante da calamidade que assolava Jerusalém, viria a ser o promotor da construção dos muros da cidade que se encontravam em destroços. Entregar comida, ser garoto de recados ou ser intercessor parecem pequenas tarefas e não conferem honrarias a ninguém. Entretanto, esses homens entregaram-se a sua pequena tarefa como se fosse uma grande missão e não objetivaram uma grande missão desprezando as pequenas tarefas. Todos experimentaram a dor e o sofrimento enquanto faziam o que lhes veio as mãos, mas esses três homens chegaram onde os que se dedicam apenas às grandes missões, nunca poderão chegar.

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

O poder das conquistas saudáveis

Katia Victoriano Katia Victoriano 18 de julho

O poder das conquistas saudáveis
18 de julho de 2021
Texto base Provérbios 10.22

 

Começamos por afirmar que todos almejam conquistar. É algo inerente ao ser humano, pois nascemos para grandes conquistas. E o texto base nos diz que “A benção do Senhor traz prosperidade, e nenhum esforço pode substituí-la” (NTLH) ainda na NVI: “A benção do Senhor traz riqueza e não inclui dor alguma” Aleluia! Saiba que Deus é O maior interessado nas tuas conquistas, pois Ele tem bênçãos preparadas para você e um plano perfeito para sua vida! E na ânsia de conquistar, veremos que existem três formas de ação: a forma maligna, a natural e a divina. E já adianto que as conquistas espirituais (adquiridas de forma divina) são as melhores, e que não têm efeitos colaterais. Já a conquista advinda de uma forma maligna, através de engano, barganha, formas escusas e até mesmo com pacto com Satanás, podem até enriquecer, mas essa conquista não permanece e nem traz alegria. A s pessoas naturais buscam o caminho natural das conquistas, e isso depende 100% do seu esforço, do seu trabalho e de estudos contínuos; da sua labuta diária, e bem distante de ter preguiça – Pv. 12.27: “O preguiçoso não consegue o que deseja, mas o homem trabalhador ficará rico.” E isto é fato, o preguiçoso não prospera. Mesmo assim, a verdadeira conquista, a que prevalece e enche o coração de alegria, depende exclusivamente da benção de Deus! De forma divina, o homem temente e dependente de Deus, confia todas as áreas da sua vida ao Senhor, e sabe que é Dele que vem a direção e capacitações para conquistar. E entendemos que o que define o caminho das nossas escolhas, é a qualidade da nossa espiritualidade. E veremos isso espelhado na vida de um moço rico que queria seguir a Jesus, mas devido ao seu comportamento em relação aos seus bens e riquezas, não pode fazê-lo. Está relatado em Mc 10.17-27. Certamente esse moço conquistara muitas coisas na vida por si só, e ao se dirigir a Jesus, ele vai pelo mesmo caminho. Note a expressão no verso 17: “… o que devo fazer para conseguir a vida eterna?” A vida eterna não se “consegue” através de méritos, antes, se “recebe pela graça de Deus”! Não se pode precificar nem pagar preço algum, é de graça! Apesar de cumprir preceitos religiosos como vemos no texto, esse moço não se sentia em plena comunhão com Deus. Ele obedecia de forma religiosa, mas lhe faltava a fé; isso porque ele caminhava através de seus próprios méritos buscando a salvação, mas não dependendo da graça de Deus. Ele estava tão apegado aos bens que possuía, que depois que Jesus o orienta a desapegar-se dos bens materiais (v. 21-22), ele muda o comportamento e tem até o seu emocional abalado: “…ele fechou a cara (na tradução NVI diz que ele “ficou abatido”) e foi embora triste”. Misericórdia! O próprio Senhor pergunta em Mc 8.36: “De que adianta ao homem conquistar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Guarde isso: Nenhuma riqueza, nenhuma conquista, Nada pode ocupar o trono de Jesus no seu coração! Tudo o que existe de mais precioso nessa Terra, um dia vai acabar. E o que de fato vai subsistir, é o que você construiu e conquistou com a ajuda e a bênção de Deus. E para você ter conquistas saudáveis, você precisa desapegar-se do “amor” àquilo que é material. Você pode e deve conquistar, sim. Mas jamais acreditar na sua própria independência. Nós não somos autônomos, nós dependemos de Deus! E como já citado no texto de abertura, nós conquistamos de forma espiritual obtendo “a benção do Senhor, que enriquece e não acrescenta dores” Pv 10.22. Deus te abençoe e tenha uma semana de conquistas!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 18.07.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 29 - O poder das conquistas saudáveis

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 18 de julho

Semana 29 – O poder das conquistas saudáveis
18 de julho de 2021
Texto base Provérbios 10.22

 

Todas as pessoas têm a necessidade de obter recursos materiais para manter suas vidas, e famílias de maneira digna e honrada sobre a terra. Na perspectiva bíblica, ter dinheiro e bens não é sinônimo de pecado. Embora se faça necessário tomar cuidados tanto quanto a forma como se obtém as riquezas, bem como da maneira como se relaciona com elas, pois o apego pelos bens e dinheiro é indicado como uma maneira de perversão da fé e muitos se perdem quanto a espiritualidade nessa questão. Podemos ter dinheiro, mas o dinheiro não pode nos ter. Enriquecer por meio do trabalho diligente e aplicando a doutrina bíblica da generosidade com os pobres e com a obra de Deus é um caminho suave para obter riquezas e continuar sendo abençoado. Quem enriquece por meio desse caminho não negocia valores espirituais na trajetória para obter os bens materiais. É bom lembrar que o Diabo se apresentou a Jesus na tentação do deserto oferecendo-lhe bens materiais em troca de adoração e o inimigo não estava blefando, pois como príncipe desse mundo, ele tem poder e controle na economia e na política; duas fontes que conduzem ao poder e a riqueza.
A Bíblia conta a história de um moço que desejava andar com Cristo,
mas quando percebeu que isso lhe custaria uma perda material de bens voltou atrás e preferiu ser uma pessoa triste e sem Deus, mas com suas riquezas. Jesus ensinou que temos que fazer uma escolha entre devotar-nos ao dinheiro ou a Deus. Lembre-se que o Deus do avarento é o dinheiro, e tal pessoa está pronta a negar valores, desprezar amizades e a família no intento de ter mais dinheiro. Quem ama ao dinheiro passa a servi-lo e viver em função dele, e então o bem material ocupa o lugar de senhorio em sua vida. Entretanto, quem ama a Deus possui uma prosperidade equilibrada quanto ao que se refere à matéria, ao espírito e a alma.

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

A unidade produz verdadeiros adoradores

Katia Victoriano Katia Victoriano 11 de julho

A unidade produz verdadeiros adoradores
11 de julho de 2021
Texto base Salmo 50 (NTLH)

 

Vivemos dias difíceis onde muitos se afastam de Deus, ou vivem apenas uma religiosidade rasa, sem intensidade ou intimidade com Jesus. Queremos pensar hoje sobre a diferença entre a religiosidade e a espiritualidade; pois existe uma linha muito tênue entre elas, haja vista, todo aquele que é espiritual é religioso; mas nem todo aquele que é religioso, é espiritual. E para isso tomaremos como base o salmo de n.º 50, onde vemos Asafe, o líder do louvor da nação daquela época, observando a forma como as pessoas prestavam culto, e o julgamento de Deus a esse respeito. Asafe nos oferece a tela de um tribunal, onde o povo de Deus está sob julgamento, e Deus é o justo juiz. Na verdade, o que está em questão é a forma como as pessoas prestam culto. Afinal, sabemos que existem dois tipos de pessoas que prestam culto: os religiosos e os espirituais. E a proposta aqui é que façamos uma avaliação individual, baseado nas características peculiares de cada uma delas, para que saibamos qual é a nossa posição. Quais são as 3 características de um culto espiritual? 1. É um sinal de aliança com Deus (v.5) pois a pessoa direciona o seu culto somente para Deus, não se importando com pessoas ou estruturas, porque o foco dessa pessoa é atingir o coração do Pai. 2. É uma expressão de gratidão (v.14) que denota o que essa pessoa sente na alma para com o seu Criador, onde ela reconhece a sua pequenez e o quanto Deus é maravilhoso e misericordioso com sua vida! Precisamos ter um coração agradecido e entrar nos átrios do Senhor com ações de graça – Salmo n.º 100.4: “Entrem pelos portões do Templo com ações de graças, entrem nos seus pátios com louvor. Louvem a Deus e sejam agradecidos a ele.” 3. Por fim, é uma demonstração de dependência (v.15) de Deus; afinal, quanto mais você depende do Senhor, mais você ora, mais você O busca, mais você se apresenta diante de Deus. Já parou para pensar o quanto somos dependentes do Senhor? Misericórdia! Sem Ele nada somos! E como a proposta dessa mensagem é que façamos uma “auto avaliação” para aferir se estamos prestando um culto espiritual, ou se estamos sendo apenas meros religiosos, veremos agora as 5 características de um culto ritualístico, ou religioso. 1. A pessoa não aceita correção (v.17a) destacando aqui que “correção é coisa de pai para filho”, e quem ama, corrige. Por isso quem é filho, acata a correção. 2. Não obedece a ordens (v.17b) e torna-se um questionador; sendo que os mandamentos de Deus são imperativos para aqueles que O servem com sinceridade. 3. Faz alianças equivocadas, com pessoas erradas (v.18) e não estabelece afinidades baseadas em valores espirituais, que é o que de fato edifica. 4. Não vigiam suas palavras (v.19) às vezes chegando até a mentir – além de João 8.44 nos dizer que o diabo é o pai da mentira, Pv. 21.23 também relata que quem é cuidadoso no que fala, evita muito sofrimento. Portanto, vigie o que você fala. E por fim, 5. O religioso espalha calúnias (v.20) que causam contenda e divisão, prejudicando a unidade; enquanto os verdadeiros adoradores promovem a unidade da igreja. Como está a sua avaliação? Isso é muito importante e bastante particular. Diante das nossas aferições, poderemos definir se estamos tendo posturas de espiritualidade verdadeiras que nos aproximam de Deus, ou se estamos apenas apresentando uma religiosidade sem significado. Observe que no v.21 do salmo citado, Deus tem um tempo de silêncio, tal qual um juiz que avalia uma questão antes de dar o veredito… isso não quer dizer que Deus esteja indeciso, ao contrário, denota a longanimidade do nosso Deus de Amor! Antes de qualquer veredito, Ele apresenta os nossos erros (v.21), nos repreende tal qual pai que admoesta o seu filho; e no verso 23 que encerra o salmo, o Senhor afirma: “Aquele que me traz ofertas de gratidão está me honrando, e eu salvarei todos os que andam nos meus caminhos.” No livro de Lamentações capítulo 3.22-23 está registrado que: “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade!” Louvado seja Deus! Se você andar nos caminhos do Senhor com integridade de coração, e se posicionar como um verdadeiro adorador, além de você produzir a unidade do Corpo de Cristo, você não temerá a sentença do Senhor, o nosso justo juiz, pois o seu culto será autenticamente espiritual, e jamais você será apenas um religioso! Deus seja contigo e ótima semana!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 11.07.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 28 - A unidade produz verdadeiros adoradores

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 11 de julho

Semana 28 – A unidade produz verdadeiros adoradores
11 de julho de 2021
Texto base Salmo 50.1-23

 

Quem nunca ouviu a afirmação de que o Pai procura os verdadeiros adoradores, aqueles que o invocam em espírito e em verdade? Mas quem são tais pessoas? Quais são as expressões que denotam a verdadeira adoração e, consequentemente os verdadeiros adoradores? Penso que a compreensão do assunto passa pela conceituação correta do contraste entre ser religioso e ser espiritual. Toda pessoa com forte espiritualidade é um religioso, todavia nem todo religioso possui uma espiritualidade elevada. A religião é algo essencial para a espiritualidade quando vivida em sua etimologia, pois significa ser religado com Deus. Ninguém será espiritual sem que seja religado com Deus, tendo em vista o fator separador que o pecado causou em toda humanidade. Todavia, quando o indivíduo abraça a religião e configura sua suposta espiritualidade pela quantidade de cerimonias ou rituais religiosos que pratica, tal pessoa deixou de buscar os fins e acostumou-se com os meios. Rituais, cerimonias e qualquer ato devocional são apenas práticas que objetivam um fim, o qual é imperativo para que se configure a verdadeira religião.
A finalidade de todos os rituais dever ser a intimidade com Deus! Quem está em unidade com Deus conquista sentimentos e percepções espirituais que emanam do próprio Deus, então passa a viver em comunhão com Ele, com quem é Dele e com a missão que Ele entregou. Daí entendermos que a expressão litúrgica do culto, por si mesma, possui pouco valor, pois ela passa a ter significância quando é instrumento para um propósito maior. Quando o foco é a religiosidade admiramos os talentos e as habilidades daqueles que promovem os grandes eventos, mas quando buscamos espiritualidade nossos olhos e mente ficam ofuscados para essas coisas e o que prevalece é a presença da glória de Deus. Resumindo: os espirituais buscam e se satisfazem com Deus, já os religiosos, com as coisas de Deus. Portanto, não tente impressionar Deus (e as pessoas), antes se impressione com Ele.

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Na cobertura espiritual tem proteção

Katia Victoriano Katia Victoriano 4 de julho

Na cobertura espiritual tem proteção
04 de julho de 2021
Texto base 2 Crônicas 26.1,5,15-21 (NTLH)

 

Já compreendemos, desde a semana passada, que na comunhão do Corpo de Cristo existe cobertura espiritual. E veremos hoje que essa cobertura espiritual produz proteção. Isso ocorre da seguinte forma: a pessoa é resgatada do mundo, passa a viver em comunhão no estilo de vida da igreja, e por isso recebe o benefício da proteção. O protagonista da nossa narrativa continuará a ser o rei Uzias. Veremos através da vida desse rei, a construção das estruturas que o deixaram sob a cobertura espiritual, como ele saiu dela, e as consequências que sofreu. Observando que existem 3 estruturas que dão forma à cobertura espiritual: ter um lugar definido; ocupar uma posição e manter uma postura. Uzias vinha de uma família que temia ao Senhor, pois seu pai Amazias fizera o que era agradável ao Senhor e por isso gozavam de cobertura espiritual. E qual era o seu lugar? Dentro da dinastia estabelecida por Deus, vindo da linhagem de Davi, Uzias era herdeiro do trono – verso 1º do texto citado. Ele tinha um lugar reservado por Deus, assim como nós temos um lugar preparado por Deus nas regiões celestiais (Ef 2.6) Aleluia! Somos peregrinos neste mundo, e aguardamos novos céus e nova Terra! Jesus nos ressuscitou e nos fez assentar nas regiões celestiais, Ele nos deu um lugar! Glória Deus! Segundo, era preciso ocupar uma posição: “… o povo de Judá pôs como rei o seu filho Uzias”(v.1) Deus lhe deu uma posição de rei, através do povo. A posição do crente é como Filho de Deus. I João 3.1: “Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos…” O Espírito Santo nos colocou nessa posição de “filhos de Deus”! Aleluia! Nós nos chamamos de “irmãos” porque identificamos os que são da família de Deus, da qual fazemos parte. Os filhos de Deus têm traços de personalidade marcada, porque têm no Corpo de Cristo um DNA comum! Por isso temos relacionamentos afetivos e dependemos uns dos outros. E a 3ª estrutura que dá forma à cobertura espiritual, é manter uma postura, e essa postura é a submissão. Verso 5: “Enquanto Zacarias viveu, Uzias serviu a Deus fielmente, pois Zacarias o ensinou a respeitar o Senhor. Durante esse tempo Deus o abençoou.” Note: “Durante esse tempo”, enquanto Zacarias deu cobertura espiritual a Uzias, ensinando-o a respeitar o Senhor, ele serviu a Deus fielmente, e Deus o abençoou! E por que? Porque ele ocupou a posição de submissão, de obediência. Da mesma forma, a nossa postura hoje deve ser de discípulo. II Tm 2.2 Paulo orienta a seu filho na fé, Timóteo: “Tome os ensinamentos que você me ouviu dar na presença de muitas testemunhas e entregue-os aos cuidados de homens de confiança, que sejam capazes de ensinar outros.” No discipulado a pessoa se submete para poder aprender. Os ouvidos dos que estão sob a cobertura espiritual estão aguçados a ouvir para aprender, e não para rebater ou questionar… não basta apenas o ensinamento, mas sim o aprendizado. Evidentemente é Deus quem dá a cobertura espiritual, mas Ele o faz de 4 formas: 1. Através da Sua Palavra – Pv 30.5: “Toda palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.” 2. Através da Igreja – II Cr 26.20-21: “… os sacerdotes o expulsaram do templo… e ficou proibido de entrar no templo” Uzias foi expulso da comunidade (inclusive ele mesmo se retirou), e por isso perdeu o lugar da proteção da cobertura espiritual. Nós temos uma cobertura que nos protege! 3. Através dos Dons do Espírito Santo – Cr 26.16: “… Uzias ficou cheio de orgulho, e essa foi a sua desgraça. Ele pecou contra o Senhor, seu Deus, pois entrou no Templo para queimar incenso no altar do incenso.” Uzias não tinha o dom de queimar incenso, pois isso cabia somente aos sacerdotes; mas devido à cegueira provocada por seu orgulho, ele pecou contra o Senhor. O uso correto dos dons gera proteção, porém, fora da cobertura espiritual os dons não operam. E por fim, 4. Através dos ministérios constituídos – Cr 26.18: “… o senhor não pode queimar incenso ao Senhor Deus. Só têm esse direito os sacerdotes, os descendentes de Arão, que foram separados para este serviço…” Mesmo com o enfrentamento do sacerdote Azarias e de mais 88 sacerdotes corajosos, Uzias não lhes deu atenção, e ignorou o fato de haver um ministério constituído para esse fim. A bíblia nos ensina em Efésios 4.11-12 que o Espírito Santo “escolheu” alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e ainda outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado. Ora, Deus estabelece ordem nos serviços da igreja através dos ministérios; e esses ministérios geram proteção. Portanto, permaneça sob a cobertura espiritual compreendendo que tudo começa em Deus, e a conclusão se dá através de pessoas que são de Deus. Ótima semana e que o Senhor seja contigo!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 04.07.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 27 - Na cobertura espiritual tem proteção

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 4 de julho

Semana 27 – Na cobertura espiritual tem proteção
04 de julho de 2021
Texto base 2 Crônicas 26.16

 

Falaremos nessa mensagem a respeito da importância de termos uma cobertura espiritual. A Bíblia é clara ao estabelecer a autoridade como um princípio. E quando temos comunhão na comunidade através da igreja de Cristo, e nos submetemos à liderança estabelecida por Deus em amor, daí então estamos sob a cobertura espiritual do Senhor. No texto citado, veremos através da vida do rei Uzias, a clara representação do que é estar sob uma cobertura espiritual, e também, como perdê-la. Uzias tinha 16 anos de idade quando começou a reinar, e estava sob a cobertura espiritual do profeta Zacarias. V.5: “Enquanto Zacarias viveu, Uzias serviu a Deus fielmente, pois Zacarias o ensinou a respeitar o SENHOR. Durante esse tempo Deus o abençoou.” Ele tornou-se poderoso, pois Deus o ajudara, e sua fama se espalhou por toda parte. V.16: “Porém, quando se tornou assim poderoso, Uzias ficou cheio de orgulho, e essa foi a sua desgraça. Ele pecou contra o SENHOR, seu Deus, pois entrou no Templo para queimar incenso no altar do incenso.” O que só cabia aos sacerdotes. O orgulho traz a destruição! Conforme está escrito em Pv 16.18: “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda.” E quando Uzias foi repreendido pelos sacerdotes, ele ficou furioso, e por isso uma doença contagiosa e terrível apareceu-lhe na testa! O v.21 nos diz: “O rei Uzias sofreu dessa doença até morrer. E, por ter ficado impuro, ele morava numa casa separada e ficou proibido de entrar no Templo. O seu filho Jotão era quem mandava no palácio e governava o país.” Note as consequências de quem sai da proteção espiritual: doença; afastamento da família e do templo; e uma vida sem significância, pois Uzias perdeu até o seu reinado. Ainda baseado no exemplo do rei Uzias, vejamos os 4 passos do orgulho que o levou a sair da cobertura espiritual: 1º – O abandono da humildade – um sentimento desmedido de liberdade que leva à libertinagem. A pessoa passa a viver sem regras, cheia de orgulho e de acordo com a sua própria vontade. 2º – O abandono da submissão – nasce um sentimento de autonomia que faz com que a pessoa rejeite a cadeia de comando estabelecida por Deus. Veja o v. 19: “Ao ouvir isso, Uzias ficou furioso com os sacerdotes.” A pessoa perde o temor e o respeito à liderança. 3º – O abandono da bênção – Uzias rebelou-se contra as autoridades espirituais, pois ele ficou “furioso com os sacerdotes”. De abençoado (v.5) ele passou a ser amaldiçoado (v.19). O amaldiçoado torna-se uma pessoa perigosa para si mesmo e para os outros. E por fim, 4º – O abandono da comunhão – v.20: “Azarias e os sacerdotes, vendo que ele estava com aquela terrível doença, o expulsaram imediatamente do Templo. E ele mesmo tratou de sair depressa, pois o SENHOR Deus o havia castigado”. Não podemos viver fora da comunhão. Pois, tal qual é o tema dessa mensagem, é na comunhão que se tem a cobertura espiritual. Uzias tornou-se desqualificado para permanecer num “corpo abençoador” que exigia humildade e submissão. Portanto, abandone o orgulho e mantenha a humildade em seu coração; submeta-se com voluntariedade e amor à liderança que Deus constituiu sobre sua vida; nunca abandone a bênção de Deus seja por rebelião, ou qualquer outra coisa; e viva com intensidade a comunhão da igreja do Senhor, que é o Corpo de Cristo na Terra. Deus seja louvado! Ótima semana e que o Senhor seja contigo!

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Na comunhão tem cobertura espiritual

Kátia Victoriano Kátia Victoriano 27 de junho

Na comunhão tem cobertura espiritual
27 de junho de 2021
Texto base II Cr 26.3-21

 

Falaremos nessa mensagem a respeito da importância de termos uma cobertura espiritual. A Bíblia é clara ao estabelecer a autoridade como um princípio. E quando temos comunhão na comunidade através da igreja de Cristo, e nos submetemos à liderança estabelecida por Deus em amor, daí então estamos sob a cobertura espiritual do Senhor. No texto citado, veremos através da vida do rei Uzias, a clara representação do que é estar sob uma cobertura espiritual, e também, como perdê-la. Uzias tinha 16 anos de idade quando começou a reinar, e estava sob a cobertura espiritual do profeta Zacarias. V.5: “Enquanto Zacarias viveu, Uzias serviu a Deus fielmente, pois Zacarias o ensinou a respeitar o SENHOR. Durante esse tempo Deus o abençoou.” Ele tornou-se poderoso, pois Deus o ajudara, e sua fama se espalhou por toda parte. V.16: “Porém, quando se tornou assim poderoso, Uzias ficou cheio de orgulho, e essa foi a sua desgraça. Ele pecou contra o SENHOR, seu Deus, pois entrou no Templo para queimar incenso no altar do incenso.” O que só cabia aos sacerdotes. O orgulho traz a destruição! Conforme está escrito em Pv 16.18: “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda.” E quando Uzias foi repreendido pelos sacerdotes, ele ficou furioso, e por isso uma doença contagiosa e terrível apareceu-lhe na testa! O v.21 nos diz: “O rei Uzias sofreu dessa doença até morrer. E, por ter ficado impuro, ele morava numa casa separada e ficou proibido de entrar no Templo. O seu filho Jotão era quem mandava no palácio e governava o país.” Note as consequências de quem sai da proteção espiritual: doença; afastamento da família e do templo; e uma vida sem significância, pois Uzias perdeu até o seu reinado. Ainda baseado no exemplo do rei Uzias, vejamos os 4 passos do orgulho que o levou a sair da cobertura espiritual: 1º – O abandono da humildade – um sentimento desmedido de liberdade que leva à libertinagem. A pessoa passa a viver sem regras, cheia de orgulho e de acordo com a sua própria vontade. 2º – O abandono da submissão – nasce um sentimento de autonomia que faz com que a pessoa rejeite a cadeia de comando estabelecida por Deus. Veja o v. 19: “Ao ouvir isso, Uzias ficou furioso com os sacerdotes.” A pessoa perde o temor e o respeito à liderança. 3º – O abandono da bênção – Uzias rebelou-se contra as autoridades espirituais, pois ele ficou “furioso com os sacerdotes”. De abençoado (v.5) ele passou a ser amaldiçoado (v.19). O amaldiçoado torna-se uma pessoa perigosa para si mesmo e para os outros. E por fim, 4º – O abandono da comunhão – v.20: “Azarias e os sacerdotes, vendo que ele estava com aquela terrível doença, o expulsaram imediatamente do Templo. E ele mesmo tratou de sair depressa, pois o SENHOR Deus o havia castigado”. Não podemos viver fora da comunhão. Pois, tal qual é o tema dessa mensagem, é na comunhão que se tem a cobertura espiritual. Uzias tornou-se desqualificado para permanecer num “corpo abençoador” que exigia humildade e submissão. Portanto, abandone o orgulho e mantenha a humildade em seu coração; submeta-se com voluntariedade e amor à liderança que Deus constituiu sobre sua vida; nunca abandone a bênção de Deus seja por rebelião, ou qualquer outra coisa; e viva com intensidade a comunhão da igreja do Senhor, que é o Corpo de Cristo na Terra. Deus seja louvado! Ótima semana e que o Senhor seja contigo!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 27.06.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 26 - Na comunhão tem cobertura espiritual

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 27 de junho

Semana 26 – Na comunhão tem cobertura espiritual
27 de junho de 2021
Texto base 2 Crônicas 26.3-5

 

A vida do Rei Uzias é uma clara demonstração do que significa estar debaixo de uma cobertura e o quanto é penoso perder essa proteção espiritual. Ele reinou cinquenta e dois anos e iniciou sua missão quando ainda era adolescente, aos dezesseis anos de idade. Conta-nos a Palavra de Deus que sua saga teve início debaixo da cobertura espiritual do profeta Zacarias e nesse tempo aprendeu a buscar ao Senhor sendo bem-sucedido em tudo que fazia porque Deus lhe prosperava. Quando o profeta morreu, Uzias perdeu a cobertura espiritual e passou a viver por si mesmo terminando os seus dias como um leproso que foi excluído do templo do Senhor. Estar debaixo de cobertura espiritual faz diferença na vida de uma pessoa! Olhando para Jerusalém Jesus afirmou que muitas vezes quis reunir os judeus debaixo de suas asas, assim como uma galinha faz com seus pintinhos, mas eles não quiseram. Estar debaixo da proteção que uma cobertura espiritual proporciona é um ato da vontade, e cada pessoa deve usar sua capacidade volitiva para ter esse cuidado sobre a sua vida. O próprio Mestre não fez muitos milagres em sua cidade natal porque a familiaridade impedia as pessoas de confiarem nele, e isso nos reporta ao conceito de que viver debaixo da cobertura de uma igreja e de um pastor requer a valorização dessa instituição e daquele que a representa.
Voltando a Uzias vemos que quando estava debaixo de cobertura, mesmo tendo pouca idade e nenhuma experiência, era bem-sucedido no que fazia, todavia no final da sua vida fracassou mesmo com a maturidade biológica natural. A diferença era que havia perdido a referencia espiritual. A Bíblia narra que a causa da queda de Uzias foi o seu orgulho, o qual o tornou infiel ao Senhor. Pessoas soberbas e autossuficientes não se colocam debaixo de cobertura espiritual, pois julgam-se capazes de cuidar de si mesmas e não reconhecem o dom de Deus na vida de outras pessoas. Pensam e afirmam que não se sujeitam a pessoas, mas na verdade são rebeldes quanto a ordenação de Deus que outorga dons e capacidades para que outros cuidem das nossas vidas no tocante a ministrações e direcionamento espiritual.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Posicionamento para a Comunhão!

Kátia Victoriano Kátia Victoriano 20 de junho

Posicionamento para a Comunhão!
20 de junho de 2021
Texto base II Cr 29.1-11 (NTLH)

 

Quando Ezequias assumiu o reinado em Judá, o templo e o serviço ao Senhor estavam abandonados, e havia completa devassidão; o povo obstinado em seus próprios desejos, viraram as costas para o Senhor, e estavam afastados de Deus, o que provocava a Sua ira sobre a nação. Conforme está relatado no texto de Pv 26.2ª: “A maldição não cai sobre quem não merece…” por isso entendemos que a ira de Deus tem consequências e que também traz calamidades. O tema dessa mensagem destaca a importância de nos posicionarmos em Deus, como como homens e mulheres abençoadores! Afinal, esta é a nossa essência. O versículo 6 do texto citado diz: “Os nossos antepassados foram infiéis ao Senhor…” o que explicava a situação na qual a nação se encontrava. Ezequias porém, teve outra postura, ele se posicionou (v.2) e fez aquilo que agradava a Deus! Entenda essa verdade: o posicionamento define a pessoa. E para que haja posicionamento, aprendemos com o rei Ezequias três estruturas definidas. Quais sejam: 1ª – Deus e o Seu serviço têm prioridade! V.3: “No primeiro mês do seu reinado…” Ezequias já direciona palavras e ações, vencendo críticas e comentários alheios, bem como abrindo mão de interesses próprios e de si mesmo. Priorize Deus e a sua comunhão com Ele acima de qualquer coisa! Busque a direção de Deus em tudo, e deixe-O conduzir os seus passos. 2ª – Manter a aliança com Deus! V.10: “Agora resolvi fazer uma aliança com o Senhor, o Deus de Israel…” Aleluia! Esta é a premissa básica para uma vida realizada e feliz! Quando você se posiciona numa aliança verdadeira com Deus, as bênçãos te perseguirão! E isto implica também estar em aliança, com quem está em aliança com Deus. I Co 15.33 nos diz que as más companhias corrompem os bons costumes, e no Salmo 119.63 Davi declara que é amigo daqueles que temem a Deus e obedecem às Suas leis. Portanto, vigie e avalie os seus relacionamentos. 3ª estrutura de posicionamento: Tomar o seu lugar como servo de Deus! V.11: “Portanto, meus filhos, não sejam relaxados, pois o Senhor os escolheu para que vocês O sirvam no Templo…” Templo indica um lugar definido, onde os aliançados se encontram para servir. Salmo 84.1 diz: “Como eu amo o teu Templo, ó Senhor Todo-Poderoso!” E ainda no verso 4: “Felizes são os que moram na tua casa, sempre cantando louvores a ti!” Que bom saber que você tem um lugar definido para servir ao Senhor e alimentar comunhão. E a partir do templo, servimos em todos os lugares. De que forma? Baseado no versículo 11: “Meus filhos, não sejam negligentes agora, pois o Senhor os escolheu para estarem diante dele e o servirem, para ministrarem perante ele e queimarem incenso”. Extraímos deste texto, 4 tópicos de valores imensuráveis para nossa vida: 1– Valorizando a presença de Deus! É a base de tudo! Nós vamos ao culto para nos encontrarmos com Deus! E precisamos estar concentrados para esse encontro, afinal, a presença de Deus está acima de cargos, pessoas e até mesmo liturgias. 2– Valorizando a fé, pois sem fé é impossível agradar a Deus! E como o justo vive pela fé, é através da fé que cremos Nele, e fazemos a obra que é Dele. 3– Valorizando os dons, II Co 5. 18-20 nos indica que o trabalho de reconciliar as pessoas com Deus é de Cristo, e que nós somos os cooperadores Dele, seus ministros, que através dos dons (ferramentas) cumprimos esse ministério. E por fim, 4– Valorizando a comunhão com Deus, por meio de uma vida contínua de oração onde nós “queimamos incenso” expressando a nossa devoção a Deus. A comunhão com Deus faz com que nós O conheçamos e O desejemos cada dia mais! E não existem palavras capazes de expressar o quanto isto é precioso… Finalizo esta compilação, com o desejo sincero de que você construa um altar de adoração, colocando Deus e o Seu reino em 1º lugar; posicionando-se numa aliança verdadeira com Deus, onde nada mais seja tão importante, quanto a notória comunhão com o seu Pai de Amor; e ocupando de fato, o seu lugar como homem ou mulher de Deus nessa Terra, fazendo a diferença e cumprindo com excelência a sua missão. Que Deus te abençoe, e uma ótima semana!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 20.06.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 25 - Posicionamento para a Comunhão!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 20 de junho

Semana 25 – Posicionamento para a Comunhão!
20 de junho de 2021
Texto base 2 Crônicas 29.12,15-16

 

O jovem Ezequias tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar em Jerusalém. O seu primeiro ato administrativo foi abrir o templo que estava sem uso, e fazer uma reforma geral no templo e na vida espiritual do povo, restaurou sacerdotes e ofícios religiosos, buscou a santificação dos levitas e confessou os pecados dos seus antepassados declarando que a maldade dos seus pais causou todo o dano que a nação sofria. Durante muito tempo os exércitos de Israel sofreram pesadas derrotas militares em consequência do abandono do templo e do serviço de Deus. Ezequias declarou que tudo que fez era movido pela sua disposição de estar em aliança com Deus e o resultado foi que o Senhor se agradou das atitudes do rei. O grande e profundo ensinamento que podemos trazer para nossa vida diz respeito à tomada de posição para estabelecer uma aliança com Deus e o comprometimento com tal decisão. Na sequência dos versículos temos os procedimentos realizados por Ezequias, pelos sacerdotes e levitas.
A primeira atitude foi de adotarem um novo posicionamento. Se você quiser viver numa aliança pacífica com Deus, precisa se posicionar para que isso aconteça. A história conta que o posicionamento envolve duas atitudes: comunhão e santidade. Quando se ajuntaram e se santificaram, encontraram as forças necessárias para restabelecer o verdadeiro culto e, consequentemente, a espiritualidade e devoção. Sem posicionamento nada vai mudar em sua vida, portanto descubra o que é correto aos olhos de Deus e posicione-se.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 24 - Mantendo a comunhão com Deus!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 13 de junho

Semana 24 – Mantendo a comunhão com Deus!
13 de junho de 2021
Texto base Jó 1.21

 

Hoje quero pensar nas implicações para manter uma vida de comunhão com Deus diante de situações inusitadas que impõe muito sofrimento e dor. Como Jó, algumas vezes nos sentimos injustiçados, pois somos acometidos de males que não merecemos e, nesse momento, surge a tendência de sermos atacados com pensamentos questionadores sobre a justiça divina. Afinal fizemos o bem, não erramos e mesmo assim estamos passando por males injustificáveis. Como pode isso? É fácil apegarmo-nos a Deus em laços estreitos com busca incessante quando sabemos que nossos erros resultaram em consequências danosas sobre nossas vidas. Então nossa procura por Deus torna-se algo compreensível para contarmos com seu perdão e, quem sabe, com o livramento das consequências, ao menos as piores delas.
No caso de Jó ele era justo e íntegro, foi acometido de males sem fim e via a comunhão com Deus sendo algo que não poderia perder. Jó entendia que podia perder tudo, menos Deus! Notamos pela narrativa da história de Jó que ele tinha três premissas básicas em seus conceitos sobre seu relacionamento com Deus: manteria a qualquer custo um espírito de louvor, não se apegaria a valores temporais para alinhar-se com Deus e permaneceria em comunhão com o Senhor sob quaisquer circunstâncias. Ele raciocinava que Deus não estava comprometido em lhe dar apenas coisas boas, que tudo era de Deus, tanto o bem como o mal, e que a vida era transitória, mas o relacionamento com Deus precisava ser eterno. Se você adotar esses conceitos, irá saber encarar com mais tranquilidade as adversidades e manterá sua comunhão com Deus diante das aflições da vida.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 23 - A comunhão promove ofertas de comunhão!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 6 de junho

Semana 23 – A comunhão promove ofertas de comunhão!
06 de junho de 2021
Texto base 2 Coríntios 9.7

 

Quando vamos contribuir para a obra de Deus ou para alguma causa social, em favor dos pobres, e necessitados, antes mesmo de por a mão no bolso é necessário acionar o coração. A contribuição bíblica é uma atitude do coração. Lá ela é organizada e definida quanto ao seu valor, grau de satisfação e a capacidade de suprir necessidades. A verdadeira oferta atende tudo isso ao mesmo tempo. Há algumas motivações erradas quanto à contribuição. Contribuir pelo fato de que outros estão fazendo, e não vai pegar bem se não fizer; e tão trágico quanto isso são as ofertas feitas por desencargo de consciência. Alguém que comunga com os valores e propósitos de Deus, os quais são cumpridos por meio de sua igreja, não terá esses comportamentos impróprios e contribuirá com alegria, conforme propõe em seu coração; pois acredita na visão da igreja e tem alegria de participar de sua materialização. Outro fator muito importante na contribuição é a sua produtividade, tanto para quem dá como para quem recebe; pois, a semeadura precisa redundar em colheita.
A contribuição torna-se frutífera para quem dá quando possibilita pela forma correta como é feita. Que o caminho para o cumprimento das promessas de Deus se estenda na frente do ofertante fazendo com que a recompensa seja viável. Já a oferta é produtiva para quem a recebe quando supre uma necessidade, o que não acontece ao ser feita com expressão de avareza e não de generosidade. Outro fator que identifica uma oferta feita de coração é a convicção de que dar é o certo a fazer e, consequentemente, não existe pesar ou medo de que irá fazer falta, antes é cercada de confiança eliminando assim a sensação de obrigação pesada. O livro de Atos indica que Ananias e Safira contribuíram de forma equivocada e colheram a morte como consequência. Hoje em dia as pessoas não são fulminadas quanto à vida física ao errarem quando contribuem, todavia todos os dias há cristãos morrendo espiritualmente por não darem a devida atenção a esse tema tão importante.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 22 - Vivendo Intensamente!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 30 de maio

Semana 22 – Vivendo Intensamente!
30 de maio de 2021
Texto base 1 Pedro 4.7

 

A expressão “O fim de todas as coisas está próxima”, ditas por Pedro, precisa ser entendida à luz do que Jesus falou e está registrado em Mateus 24.6: “Ainda não é o fim!”. Pedro nos chama para uma postura de santificação e vigilância diante da eminente volta de Jesus, enquanto o próprio Senhor Jesus lembra-nos que a nossa missão como igreja não acaba até que o fim chegue. Martyn Lloyd Jones afirma que é preciso que haja a consciência da aproximação rápida do fim dos tempos – o juízo vindouro e a glória – como também a do dever de uma geração de cristãos de prever e se preparar para as necessidades do próximo. C. H. Spurgeon declarava que vivia pensando na geração vindoura e trabalhando pela sua geração e por isso nunca pensara em se aposentar. Lloyd Jones passou a maior parte dos seus últimos anos, na década de 1970, escrevendo livros para as próximas gerações, pensando em encorajar os soldados que viriam depois dele. Por outro lado, o mesmo Jones dizia aos jovens pastores para não se preocuparem com o futuro da igreja cristã. Não há contradição! Trabalhe e se ocupe hoje e faça disso um preparo para o futuro.
João Batista exerceu um memorável ministério pregando o Reino de Deus e batizando pessoas, mas se considerava alguém que estava apenas preparando o caminho para a vinda de Jesus. Devemos tomar o último dos profetas do AT e o primeiro do NT como referência, pois também estamos preparando o caminho para que Jesus venha pela segunda vez. Então, viva intensamente fazendo com todas as tuas forças tudo que precisa ser feito. Jesus já está chegando!

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 21 - Experimentando Deus!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 23 de maio

Semana 21 – Experimentando Deus!
23 de maio de 2021
Texto base Oséias 6.3

 

A experiência com Deus é, neste mundo, o momento mais extraordinário que alguém pode viver. A Bíblia assevera que Deus se revela de muitas maneiras, porém há uma forma especial que é feita através do conhecimento de Jesus Cristo e o experimento da sua obra redentora. Deus também revela sua bondade e suas ações em favor daqueles que nele confiam, todavia, apreciar as coisas de Deus, não se pode comparar ao valor de aprofundar- se no conhecimento do próprio Deus. A manifestação divina faz-se presente tanto para grandes multidões, como para pequenos grupos de pessoas, e até mesmo na individualidade dos seus servos e sempre de maneira artesanal. Diria ao leitor que as grandes multidões viram as grandes coisas de Deus, mas o pequeno grupo teve as revelações do grande Deus das coisas. A essência do Evangelho em seus múltiplos benefícios, sejam temporais ou eternos, deve ser experimentada quando estamos inseridos no meio da grande multidão, mas tal revelação nunca será completa se não vivermos o Evangelho junto aos grupos pequenos. Precisamos das duas situações! As pessoas que apenas se relacionam com um desses aspectos da expressão do evangelho não possuem claro entendimento sobre o valor das boas novas de salvação. Os cristãos que afluem aos templos para grandes conglomerados de pessoas e desprezam os encontros de pequenos grupos para alimentar a mutualidade cristã, ficam defasados do sentimento de comunhão com o corpo e do poder da unidade.
Por outro lado, igrejas pequenas que não apreciam a convivência com a multidão, tornam-se defasadas no aspecto evangelístico da missão. Nas palavras de Natanael o que é de Deus cresce então o pequeno grupo torna- se uma grande multidão, e o desafio dos líderes é manter pequenos grupos compondo essa grande multidão. Lembre-se que a multiplicação de pães foi feita para uma grande multidão que presenciou os grandes feitos de Deus, mas a transfiguração foi efetivada para um pequeno grupo que desfrutou da presença do Deus das grandes coisas.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 20 - O que não podemos esquecer

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 16 de maio

Semana 20 – O que não podemos esquecer
16 de maio de 2021
Texto base Lucas 22.19

 

Todos os dias recebemos muitas informações que chegam através de sons e imagens, as quais armazenamos em nossa memória. Nosso cérebro é fantástico e possui capacidade de armazenamento de cerca de 2,5 pentabytes (1 milhão de gigabytes). Todavia, esse potencial é aumentado na medida em que os 1 bilhão de neurônios do nosso cérebro opera cerca de mil conexões com outros neurônios, totalizando mais de 1 trilhão de conexões. Isso significa que, se o seu cérebro fosse capaz de gravar programas de TV, por exemplo, ele poderia armazenar 3 milhões de horas de vídeos, e a televisão teria que ficar ligada, ininterruptamente, por 300 anos para encher todo o espaço livre. Existem dois arquivos de memória em nosso cérebro: o lóbulo pré-frontal onde a memória de curto prazo se acomoda, e depois é convertida em memória de longo prazo e o hipocampo, uma área mais profunda do cérebro.
Quando Jesus reúne-se pela última vez com os discípulos e celebra uma refeição, orienta-os a fazerem isso “em memória de mim”. Jesus está desafiando aqueles homens a manterem na memória pré-frontal as informações que haviam sido recebidas naquela noite antes da ceia. Ele os ensinou acerca das bases da vida cristã que deveriam ser permanentemente lembrados. Lavou os pés dos discípulos ensinando-os a serem humildes (Jo 13.12-15), prometeu-lhes o Espírito Santo que lhes daria capacidade e dele deveriam ser dependentes (Jo 15.26), e os exortou a viverem em unidade conforme a oração de João 17. Durante a ceia Jesus indicou que tudo isso deveria ser representado pelo seu sangue e visto como uma aliança (1Co 11.25). Portanto, não podemos esquecer da virtude da humildade, da postura de dependência do Espírito Santo e das atitudes que promovem a unidade da igreja. Vamos celebrar a mesa do Senhor trazendo essas coisas em nossa memória pré-frontal.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 19 - O poder para vencer a dúvida

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 9 de maio

Semana 19 – O poder para vencer a dúvida
9 de maio de 2021
Texto base Mateus 28.17

 

Quando entramos no lugar onde é declarado biblicamente que Deus está presente, encontramo-nos diante de uma escolha: duvidar da presença dele ou adorar pela certeza de que Ele está naquele lugar, ainda que de forma invisível. É por causa dessa verdade que em nossos cultos sempre teremos pessoas que adoram e outras que duvidam. Se a vida de alguém não é marcada pela adoração é porque tal pessoa duvida da real presença de Deus, seja no templo ou em qualquer lugar. O apóstolo João escreve que o Pai procura os verdadeiros adoradores e a qualificação para tornar-se essa pessoa é vencer a dúvida por meio da fé, pois tudo que procede da dúvida é pecado. Ainda que a presença de Deus seja muito real para alguém que está entregue a adoração, é possível que outra pessoa de mãos dadas com o adorador não tenha nenhuma expressão de temor e nenhuma atitude de entrega.
O texto base dessa semana mostra pessoas que estavam no lugar certo, que viram Jesus e que o obedeciam, mas algumas dessas pessoas o adoraram e outros duvidaram. Jesus é visível no clima espiritual, pacífico e amoroso que reina no ambiente da igreja; também Ele é visível na comunhão entre os irmãos e mesmo assim existem os que não adoram. Talvez alguns estavam no lugar indicado por Jesus constrangidos pela ordem para ali estarem e por isso não havia neles o prazer necessário para impulsiona-los à adoração. Lembre-se que sempre que estiver no lugar onde Jesus está (e Ele está em toda parte porque é onipresente) você precisará tomar a decisão entre adorar ou duvidar.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 18 - É possível a manifestação da ira de Deus na graça?

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 2 de maio

Semana 18 – É possível a manifestação da ira de Deus na graça?
02 de maio de 2021
Texto base Romanos 1.18-32

 

A resposta positiva nasce do conceito de que todas as ações humanas provocam uma reação divina, e assim como o arrependimento por pecados, mesmo os mais terríveis deles, provoca a manifestação da misericórdia e compaixão, e isso resulta em perdão; a persistência numa vida de pecados manifestará a ira divina em forma de punição temporal e eterna. Esta última forma de punição dar-se-á no juízo final por meio da condenação a uma eternidade de sofrimento. Já o castigo temporal relaciona-se à lei da causa e efeito, ou espiritualmente chamada de semeadura. As pessoas que obstinadamente são desobedientes aos mandamentos de Deus e zombam das verdades divinas não podem pensar que passarão ilesas com tal comportamento – um dia chegará a conta. Alguns podem perguntar-se: Por que parece que o ímpio demora tanto a ser punido? Na verdade, as vezes passam-se muitos anos, até mesmo décadas, entre o pecado e a punição. A resposta é simples: a misericórdia triunfa sobre o juízo! Na dispensação da graça em que vivemos os modos operante de Deus é a misericórdia e ela se renova a cada manhã. Num falar menos teológico podemos afirmar que Deus dá tempo para que nasça o arrependimento, e por não ter prazer no castigo esse tempo pode se prolongar. Enquanto Deus espera que as pessoas se arrependam não são poucos os que julgam que Ele não se importa com a devassidão que praticam. Todavia, a ira divina é comparada com um cálice que vai se enchendo até transbordar e daí cabe a cada pessoa perceber quando o cálice está quase cheio e se arrepender antes que seja tarde demais.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 17 - O Valor da Aliança

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 25 de abril

Semana 17 – O Valor da Aliança
25 de abril de 2021
Texto base Malaquias 2.1-9

 

Numa sociedade secularizada, quando os bens e valores materiais tornam-se o patrimônio mais cobiçado, e isso em detrimento dos valores abstratos que são expressos por sentimentos, o que mais se deteriora são as alianças. Num sentido geral aliança é o compromisso entre duas ou mais pessoas; já no sentido bíblico, a palavra aliança vem do hebraico berit e no Antigo Testamento é usada mais de 280 vezes. As alianças de Deus contêm dois componentes especialmente importantes: termos e duração. Embora os seres humanos possam fazer alianças ou acordos, através dos seus próprios dispositivos, as alianças de Deus com as pessoas são geralmente unilaterais. Somente Ele determina os termos e as condições; os seres humanos escolhem se os aceitam ou não. Após Deus definir claramente os aspectos da aliança que fez com a nação de Israel, que incluía bênçãos ao honrá-la, e castigos ao ignorá-la (Levítico 26; Deuteronômio 28-30), ambas as partes — Deus e o povo de Israel — concordaram. Através deste processo Deus e Israel entraram em um relacionamento de aliança, um compromisso vinculativo para honrar e cumprir seus respectivos papéis.1 Segundo o IBGE entre ações judiciais e extrajudiciais, foram 385.246 divórcios registrados no país em 2018, ante 1.053.467 casamentos, e isso significa 1 divórcio para cada 3 casamentos.

Os números constatam que ao mesmo tempo em que as pessoas continuam fazendo aliança elas não sabem manter uma aliança, ou seja, não são capazes de serem fiéis. A inconsistência de estabilidade nas alianças sociais reflete-se no compromisso que os cristãos devem ter com Deus, afinal Deus relaciona-se com os homens por meio de aliança.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

TROCAS INCONSEQUENTES ESMAGAM A COMUNHÃO

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 18 de abril

Semana 16 – TROCAS INCONSEQUENTES ESMAGAM A COMUNHÃO
19 de abril de 2021
Texto base Jr 2.9-13 (NTLH)

 

Sabemos que todas as ações refletem resultados. E quero abordar este assunto sob a ótica do perigo das trocas inconsequentes, que às vezes as pessoas realizam e por isso sofrem enormes prejuízos. Observe que isso começou no paraíso, com Adão e Eva, quando trocaram a plenitude da comunhão com Deus pela promessa vazia oferecida pelo mal. Esaú faz uma troca inconsequente da sua primogenitura, por um prato de comida. Caim trocou a harmonia com seu irmão e o matou por inveja. E o que dizer da troca inconsequente de Jesus por Barrabás lá em Jerusalém? E nos nossos dias, quantos na vida familiar, trocam a harmonia de um casamento abençoado por uma aventura passageira de adultério? Na esfera espiritual, muitos trocam a comunhão com Deus pelo mundo decaído e sem paz. Muitos trocam Deus pelo Diabo. A igreja pelo Mundo. O céu pelo Inferno. Trocam-se valores éticos e morais, por poder e riqueza! Misericórdia, que o Senhor nos ajude! Nossa história está sendo escrita pelas trocas e escolhas que fazemos. E nesse contexto histórico, Israel estava vivendo um período de apostasia, entregues à idolatria e aos desejos da carne, aculturados pelo sistema daquela época. Desejo trazer isso para os nossos dias, de forma que analisaremos três tópicos importantes e atuais, referentes às trocas inconsequentes. 1º –  Deus está vendo tudo! Conforme Pv 15.3 “os olhos de Deus estão em todo lugar”, e ainda Lc 8.17 nos assegura que “nada fica oculto aos olhos de Deus”. As trocas inconsequentes que acontecem são constatadas por Deus e vistas como pecado. No v.11 do texto citado está escrito:  Nenhuma outra nação trocou os seus deuses por outros que nem eram deuses de verdade. Mas o meu povo me trocou, trocou a mim, o seu Deus glorioso, por deuses que não podem ajudá-los.” Que insensatez! Quantas trocas equivocadas camufladas no secreto! Porém, tudo o que “parece” estar escondido, uma hora virá à tona. 2º – Deus sempre vai intervir e falar. Por misericórdia, as trocas inconsequentes sempre sofrem o impacto da voz divina. No v.9 do texto citado Deus diz: “… Assim eu vou novamente fazer uma acusação contra o meu povo…” Deus não fala só uma vez; de diversas formas a voz do Senhor se faz ouvir como alerta. Mas não brinque com as trocas inconsequentes! Tome cuidado com o que Deus fala! Ele previne, constata, ameaça e acusa os pecados, afinal toda causa tem um efeito. 3º – As trocas inconsequentes sempre trazem consequências. Vs. 12: “Por isso, eu, o Senhor, vou mandar que o céu trema de horror e que fique cheio de pavor e de espanto.” Esta é a lei da semeadura: o que você planta, você colhe. E às vezes a colheita é amarga e cruel, dada as trocas efetivadas de forma irresponsável e inconsequente. Contudo, como o nosso Deus é maravilhoso, nem tudo está perdido. As consequências virão sim, como resultado das nossas escolhas. Mas se a sua troca foi horrível, a única forma de se corrigir é através do arrependimento. Entenda: arrependimento não é remorso, porque este não produz mudança significativa. Remorso é tristeza causada pela consequência do pecado, mas não pelo pecado em si. Se não houver consequências, não haverá tristeza. Já o arrependimento sincero produz dor e tristeza pelo erro cometido. Conforme II Co 7.9: “A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte.” A pessoa arrependida precisa confessar o pecado, abandoná-lo imediatamente, mudar de verdade, e nunca mais olhar para o lado. É necessário assumir a culpa pelo erro – pela troca inconsequente – sem buscar subterfúgios que acobertem a escolha errada. Vemos um ótimo exemplo dessa situação no salmo 51, onde Davi se apresenta tremendamente arrependido, expressando dor pelos seus pecados, e confessando-os de forma expressa e sem devaneios. É isso que a pessoa arrependida faz! Ela busca a misericórdia e graça de Deus que a pode perdoar e restaurar o estrago que a troca inconsequente esmagou. Sirva ao Senhor com inteireza de coração e vigie os seus passos. Ótima semana e que Deus oriente as tuas escolhas!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 18.04.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Perseverando nos relacionamentos

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 11 de abril

Semana 15 – Perseverando nos relacionamentos
11 de abril de 2021
Texto base Mateus 5.38-48

 

Queremos nesse dia uma vez mais destacarmos a importância dos relacionamentos, afinal o ser humano é um ser relacionável que não nasceu para viver isolado, mas que tem a necessidade intrínseca de se relacionar, de interagir. Nos relacionamos basicamente em três esferas: com Deus, com pessoas e com situações. Neste texto, porém, analisaremos as orientações preciosas que Jesus nos dá no tocante à qualidade dos relacionamentos com situações e com pessoas. Nos deteremos aqui nos sentimentos e reações que as pessoas e algumas situações provocam em nós. É aqui que está o foco desta mensagem. Afinal, a qualidade dos nossos relacionamentos depende do que fazemos e do que sentimos, e não das situações ou de pessoas. E para sermos sinceros, dada a nossa humanidade, só quando nos concentramos em nossas ações e sentimentos é que não fugimos das nossas responsabilidades. Jesus destaca no v.38 as nossas reações naturais quando somos atingidos: “Olho por olho, dente por dente”, e no v.43 Ele destaca os nossos sentimentos: “Ame os seus amigos e odeie os seus inimigos”. Isso é o que o homem natural faz, inclusive com sentimento de vingança, por isso que foi escrito: “reações naturais”. Mas como o nosso propósito de vida é nos parecermos com Jesus, só teremos as nossas ações e sentimentos corretos, quando formos devidamente motivados por dois objetivos traçados pelo Mestre: mantermos a nossa essência, e sermos perfeitos aqui nessa terra. 1. Manter a essência – Mt 5.45: “para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês, que está no céu.” Isso significa sair do v.38: “Olho por olho, dente por dente” e ir para o v.44: “Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês”. Através da sua essência você demonstra de fato quem você é. Existem pessoas que possuem a essência de filhos de Deus, e outras que possuem a essência de filhos do Diabo. Reflita por um instante: “Qual tem sido a sua essência?” Cada um só pode dar o que tem. 2. Ser perfeito – Mt 5.48. “Portanto, sejam perfeitos, assim como é perfeito o Pai de vocês, que está no céu.” Isso significa agir de forma igual a Deus, uma vez que Ele é o nosso parâmetro. Na prática, isso quer dizer que você precisa se perguntar diante de uma situação decisiva: “O que Jesus faria no meu lugar?” Isso muda toda uma perspectiva de vida de forma extraordinária! Todos os dias precisamos decidir agir e reagir da forma correta. O apóstolo Paulo em Rm 8.29 nos incentiva a parecermos com Jesus: “Porque aqueles que já tinham sido escolhidos por Deus ele também separou a fim de se tornarem parecidos com o seu Filho. Ele fez isso para que o Filho fosse o primeiro entre muitos irmãos.” Seja perfeito para que a imagem de Deus revelada em Jesus, se manifeste em você. Ainda em I Co 11.1 Paulo nos diz: “Sigam o meu exemplo como eu sigo o exemplo de Cristo.” Procure imitar o exemplo de pessoas que são iguais a Deus no seu caráter, e não na aparência ou nos trejeitos. Por fim, nosso desafio hoje é detectarmos a imagem de Deus revelada em Jesus e projetada em pessoas, e termos a humildade de buscarmos nos parecer com elas. Só assim você desfrutará a verdadeira felicidade e qualidade de vida que o Senhor tem para você, através de relacionamentos saudáveis. Ótima semana e que Deus te abençoe!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 11.04.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 15 - Perseverando nos relacionamentos

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 11 de abril

Semana 15 – Perseverando nos relacionamentos
11 de abril de 2021
Texto base Mateus 5.38-48

 

O Senhor Jesus salienta a importância dos relacionamentos quando afirma que, se for necessário, é bom estar disposto a chegar aos extremos para preservar os bons relacionamentos. Nesse texto, está ensinando sobre a forma de tratar com os amigos, parentes e familiares a fim de evitar atritos que venham promover a ruptura dos relacionamentos. Pessoas que valorizam pessoas estão dispostas a sofrer prejuízos financeiros e sacrifícios pessoais para se manterem conectadas àqueles que fazem parte do seu campo afetivo. Para perseverar nos relacionamentos, é preciso vencer o grande inimigo que surge ao sermos prejudicados: o desejo de vingança! Quando somos feridos e alimentamos em nosso interior o desejo de retribuição àquela pessoa que nos ofendeu, estamos perdendo inúmeros benefícios alcançados ao perdoar. O primeiro deles é o desenvolvimento da nossa capacidade de confiar em Deus, afinal Ele prometeu suprimir o mal que nos é feito e nos recompensar por entregarmos à Ele nossas questões. Outro benefício é a paz interior.

Abandonar o desejo por vingança tranquiliza o nosso coração na medida em que abrimos mão de fazer o mal para o ofensor. Essa paz interior nos dá serenidade para tomarmos decisões certas, as quais nos levam a um triunfo na situação. Também passamos uma mensagem ao ofensor de que somos inocentes e certamente isso abrirá a possibilidade de o Espírito Santo trabalhar na vida dele por meio do constrangimento que sentirá ao perceber que fez o mal para quem só lhe faz bem. Ainda, estaremos cumprindo a nossa vocação de abençoar e dessa forma nossa essência não será maculada. Quando fazemos as contas percebemos claramente que não ganhamos nada ao dar vazão ao sentimento de vingança, todavia nos sentimos bem em fazer o bem.

 

Texto: Apascentai O Pequeno Rebanho 2021 – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Ladrões da Cruz

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 4 de abril

LADRÕES NA CRUZ!
04 de abril de 2021
Texto base Lucas 23.39-43 (NAA)

 

Neste domingo de Páscoa, dada a verdadeira mensagem expressa pela ressureição do nosso Mestre, vamos pensar um pouco sobre o que aconteceu naquele dia da crucificação de Jesus. Na verdade, quero levá-los a pensar sobre a postura daqueles dois ladrões que se encontravam ao lado de Jesus na cruz. Veremos que esses dois ladrões representam, individualmente, os comportamentos de todas as pessoas quando são confrontadas com o pecado e com Jesus. E ao final da mensagem, sugiro que avalie de qual lado da cruz você se encontra. Os irmãos conhecem a mensagem, e sabem que apenas um daqueles ladrões foi salvo. E este homem era de fato um ladrão, que recebia naquela cruz a justa paga de seu passado pregresso. Todavia, o posicionamento que ele tomara nos últimos momentos que antecediam a sua morte, foi decisivo para a sua salvação; nos deixando aqui uma primeira e grande lição: Não é o passado que indica um futuro de condenação eterna, mas sim a decisão que você toma hoje no seu presente. Veja o que diz Hebreus 4.7: “Hoje, se ouvirem a sua voz, não endureçam o coração.” Assim como aconteceu com aqueles ladrões, o seu posicionamento hoje, definirá o seu sucesso ou fracasso de amanhã. Vejamos alguns aspectos da postura desses ladrões na cruz, e aprendamos com eles de que forma devemos nos posicionar corretamente. 1º aspecto: responsabilidade pessoal – um deles insultava e desafiava a Jesus para que se salvasse e os salvasse também (Lc 23.39) ignorando a merecida sentença que lhe era aplicada na cruz; enquanto que o outro ladrão, reconhecia a sua condição de pecador e a sentença que resultava de seus erros, mostrando-se arrependido diante do Senhor (Lc 23.41). 2º aspecto: senso de equidade – é a qualidade de se manifestar a justiça, o que de fato é correto. O ladrão que insultava a Jesus queria que Ele o salvasse daquela condição de qualquer jeito, independentemente de isso ser o correto ou não; enquanto que o outro ladrão reconhecia a responsabilidade de seus atos, e declarava que Jesus era justo, e portanto, não merecedor de estar ali. 3º aspecto: imediatismo – o ladrão que blasfemava buscava uma salvação temporal, para aquele momento presente, sem se importar com o futuro. Se olhasse para o seu passado, veria que era merecedor do seu estado presente; e se olhasse para o futuro, procuraria mudar a sua atitude presente, ali ao lado do Cristo que poderia lhe dar um futuro eterno. Já o outro ladrão, apesar do seu estado presente, ele olha para o futuro, pedindo a Jesus que se lembrasse dele quando chegasse no Seu Reino (Lc 23.42). Focar no futuro nos faz agir corretamente no presente. 4º e último aspecto: a colheita espiritual – o que você planta, você colhe. O ladrão impenitente, não recebe a atenção de Jesus. Já o ladrão arrependido chama a atenção de Jesus atraindo o Seu cuidado, e recebendo de imediato a salvação! Aleluia! A despeito de seu passado errôneo e de ter andado longe de Deus, aquele ladrão no final da sua vida terrena reconhece Jesus como seu Senhor, se arrepende e recebe a vida eterna no céu! E quanto ao outro ladrão desafiador? Bem, você sabe qual foi o seu destino. Nosso pr. Joel conclui essa ministração afirmando que a cruz de Cristo tem lados opostos: morte ou vida; perdão ou pecado; condenação ou salvação; arrogância ou humildade; carnalidade ou espiritualidade; e por fim, céu ou inferno. E tal qual foi sugerido no início desse texto, avalie com toda sinceridade em qual lado da cruz você se encontra. Lembre-se de que enquanto você ainda estiver vivo, você poderá se posicionar do lado certo da cruz. Contudo, como nós não sabemos o dia de amanhã, garanta hoje o dia da sua decisão. Deus te abençoe, e feliz Páscoa com Jesus ressurreto!

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 04.04.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

APRENDENDO A ESCOLHER AS AMIZADES PARA PROTEGER A UNIDADE

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 14 de fevereiro

Semana 07 – APRENDENDO A ESCOLHER AS AMIZADES PARA PROTEGER A UNIDADE
Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vinculo da paz.” – Efésios 4.3
14 de Fevereiro de 2021

 

Temos falado que ninguém pode destruir a unidade, porque ela é do Espírito, e é esta unidade que potencializa a missão. E já aprendemos também que para preservá-la, somos individualmente responsáveis através de nossas atitudes no falar; em amar à igreja; e a encorajar aos irmãos. Pois bem, hoje vamos aprender sobre o cuidado que precisamos ter na escolha das amizades com as quais nos relacionamos, uma vez que temos a real tendência de nos tornamos iguais a elas. Existe um ditado chinês que afirma que: “As más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro…”

Quem deseja conservar a Unidade na Igreja precisa tornar-se seletivo na escolha das pessoas com quem irá se relacionar de maneira mais profunda. A boa companhia é a pessoa que teme a Deus. No Salmo 119.63 está escrito: “Sou amigo de todos os que te temem e obedecem aos teus preceitos”. Esta é a régua que devemos usar nas nossas escolhas. Agora a pergunta é: Você é uma boa companhia? Cuide para não ser uma má companhia, como relatado em II Cr. 21.20, onde temos o mau exemplo do rei Jeorão que devido ao seu histórico de maldades, quando este morreu, nos diz o texto que: “E se foi sem deixar saudades”…

 

Como então discernir quais são as pessoas boas para nos relacionarmos?

1. Aquelas que guardam o seu coração. II Tm 2.22: “Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam ao Senhor”.

– Para proteger a unidade da igreja é preciso guardar o coração dos maus sentimentos e buscar os sentimentos bons;

– Pessoas marcadas por ódio, desejo de vingança, revoltadas, raivosas não são boas companhias. Não seja assim, e se afaste de quem é assim;

– Essas pessoas não conseguem seguir os bons sentimentos …“a justiça, a fé, o amor e a paz”… e invocar o nome do Senhor.

2. Aquelas que guardam os seus ouvidos. Pv 17.4: “O ímpio dá atenção aos lábios maus; o mentiroso dá ouvidos à língua destruidora”. Não entregue seus ouvidos para ouvirem fofocas, e coisas que desagradem ao Senhor.

– Fofoqueiros são jornalistas frustrados. Pessoas que gostam de dar notícias, mas como não trabalham na área, ficam falando da vida dos outros;

– Falam coisas das quais não fazem parte nem do problema, e nem da solução;

– Ouvir fofoca é como receptar mercadoria roubada: Você também faz parte do crime;

– Quando alguém estiver fofocando para você, tenha coragem de pedir para a pessoa parar. Porque se ela fofoca para você, certamente também irá fofocar de você…. Essas pessoas não são confiáveis.

 

A Palavra de Deus é clara, e nosso pastor Joel concluiu com o texto de I Co 15.33: “Não se deixem enganar: As más companhias corrompem os bons costumes”.

 

Portanto, escolha corretamente as suas amizades para o seu bem, e para proteger a unidade.

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr Joel Stevanatto em 14.02.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Aprendendo a incentivar para proteger a unidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 7 de fevereiro

Semana 06 – Aprendendo a incentivar para proteger a unidade
2 Coríntios 7.5-7
07 de Fevereiro de 2021


A importância da unidade – A Igreja tem uma missão, e a Unidade do Corpo a potencializa a cumpri-la. Começamos esta prédica apresentando duas grandes verdades:

1ª – Ninguém consegue destruir a unidade, porque ela é do Espírito. Apesar do inimigo tentar das mais diversas formas, Deus sempre a preserva! Ef. 4.3: “Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.”
2ª – Ninguém (nem a igreja) exclui alguém da unidade. As próprias pessoas se excluem quando não se deixam doutrinar pela Palavra de Deus. Salmo 1.5: “Por isso os ímpios não resistirão no julgamento, nem os pecadores na comunidade dos justos.”

 

Aprendendo a encorajar – Segundo o dicionário “encorajar” significa: incentivar, causar estímulo, dar ânimo; ou seja, é encher o tanque emocional da pessoa. Nos momentos difíceis da vida, as pessoas precisam ser encorajadas. Mas será que todos precisam de encorajamento? Cabe aqui um alerta, para que tenhamos o discernimento de não encorajarmos aos pecadores não arrependidos”. Quem são estes?
Nos referimos aqui, àquelas pessoas que estão “colhendo aquilo que plantaram”, ou seja, sentindo a consequência de seus próprios erros, ou sendo tratados por Deus para chegarem ao arrependimento. Ef 5.11 nos orienta a que não sejamos coniventes com elas: “E não sejam cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, tratem de reprová-las.
A Palavra de Deus é severa com os pecadores não arrependidos, principalmente aqueles que prevaricam. E quando incentivamos o pecador não arrependido, ainda podemos gerar duas situações perigosas: impedirmos a ação do Espírito Santo convencendo-o do seu pecado; e deixá-lo numa situação de “conforto e acomodação” frente ao seu erro, quando na verdade ele precisa se arrepender e mudar de vida.
E a quem devemos encorajar? À três classes distintas de pessoas:

 

Aos pecadores arrependidos – Isto refere-se àqueles que demonstram frutos sinceros de arrependimento. O arrependimento verdadeiro produz grande tristeza no pecador. II Co 7.9 nos diz: “A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte.” E conforme II Co 2.7, este encorajamento é capaz de dissipar a tristeza: “Agora, pelo contrário, vocês devem perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja dominado por excessiva tristeza.”

 

Aos justos que sofrem – Citarei dois exemplos bíblicos de posturas diferentes em relação ao encorajamento de quem sofre: Jônatas é um bom exemplo de amigo encorajador, enquanto os amigos de Jó são uma má referência.  Em I Samuel 18, vemos que Jônatas tornou-se o melhor amigo de Davi, o qual sofria pela perseguição imposta pelo rei Saul (pai de Jônatas) que tinha ciúmes do sucesso de Davi. Já no livro de Jó, vemos seus próprios amigos não considerarem a sua condição de justo, e buscarem uma culpa pelo seu sofrimento! Ou seja, não o encorajaram quando ele mais precisava.

 

Aos que servem a Deus e ao Seu reino – Em II Co 7.4-7 lemos a descrição de como os irmãos de Corintos encorajaram ao apóstolo Paulo, dando-lhe palavras de consolo e ânimo em meio às suas tribulações.

 

Concluo alertando para o cuidado de não incentivar a pessoa errada. Não console pecadores inveterados, e não abandone crentes sinceros quando estão em conflitos. Seja um incentivador que proteja a unidade!

 

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr Joel Stevanatto em 07.02.2021 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 06 - Aprendendo a incentivar para proteger a unidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 7 de fevereiro

Semana 06 – Aprendendo a incentivar para proteger a unidade
2 Coríntios 7.5-7
07 de Fevereiro de 2021

 

A unidade em torno de uma missão é o elemento garantidor do sucesso de qualquer instituição no cumprimento daquilo a que se propõe fazer, seja no âmbito macro de uma nação, ou na menor e mais importante instituição da sociedade que é a família. Havendo unidade entre os que compõem o grupo também haverá o prazer de ver materializarem-se os objetivos comuns. O Senhor Jesus salientou que um reino dividido em si mesmo não tem como subsistir. Olhando para a igreja local aplicamos esse conceito de forma acentuada, pois a igreja é a solução para o mundo, e é lá na igreja local que as verdades de Deus se expressam na construção social, forjando famílias bem estruturadas e nações felizes e prósperas. Dessa certeza, nasce o imperativo de que cada crente assuma a condição de protetor da unidade da igreja, no local onde Deus o colocou para crescer e ajudar outros a crescerem, seja como pessoas que promovem transformação social, ou como ser espiritual que nutre comunhão com Deus. Todavia, para cumprir o proposto é essencial nutrir amor pela igreja local. Paulo diz que aquele que ama cuida e protege, portanto quem se posiciona corretamente como membro de uma igreja local, deve amá-la a ponto de proteger a unidade, e assim capacitá-la a cumprir sua missão. Saliento que amamos a igreja local quando aprendemos a amar as pessoas que dela fazem parte e a despeito das diferenças físicas, emocionais e intelectuais as ações feitas em amor prevalecem. A expressão de Paulo aos coríntios finaliza esse texto com a essência que busquei nas palavras digitadas: “Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês; antes, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer”.

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2021
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Semana 05 - Aprendendo a amar para proteger a unidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 31 de janeiro

Semana 05 – Aprendendo a amar para proteger a unidade
Efésios 4.2
31 de Janeiro de 2021

 

A unidade em torno de uma missão é o elemento garantidor do sucesso de qualquer instituição no cumprimento daquilo a que se propõe fazer, seja no âmbito macro de uma nação, ou na menor e mais importante instituição da sociedade que é a família. Havendo unidade entre os que compõem o grupo também haverá o prazer de ver materializarem-se os objetivos comuns. O Senhor Jesus salientou que um reino dividido em si mesmo não tem como subsistir. Olhando para a igreja local aplicamos esse conceito de forma acentuada, pois a igreja é a solução para o mundo, e é lá na igreja local que as verdades de Deus se expressam na construção social, forjando famílias bem estruturadas e nações felizes e prósperas. Dessa certeza, nasce o imperativo de que cada crente assuma a condição de protetor da unidade da igreja, no local onde Deus o colocou para crescer e ajudar outros a crescerem, seja como pessoas que promovem transformação social, ou como ser espiritual que nutre comunhão com Deus. Todavia, para cumprir o proposto é essencial nutrir amor pela igreja local. Paulo diz que aquele que ama cuida e protege, portanto quem se posiciona corretamente como membro de uma igreja local, deve amá-la a ponto de proteger a unidade, e assim capacitá-la a cumprir sua missão. Saliento que amamos a igreja local quando aprendemos a amar as pessoas que dela fazem parte e a despeito das diferenças físicas, emocionais e intelectuais as ações feitas em amor prevalecem. A expressão de Paulo aos coríntios finaliza esse texto com a essência que busquei nas palavras digitadas: “Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês; antes, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer”.

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2021
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Semana 04 - Aprendendo a falar para proteger a unidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 24 de janeiro

Semana 04 – Aprendendo a falar para proteger a unidade
Efésios 4.29
24 de Janeiro de 2021

 

A necessidade de estabelecer uma conduta interna para proteger a unidade é um imperativo diante de um mundo hostil à igreja e à sua missão. Nosso maior problema não é a perseguição física ou ideológica que o sistema do mundo regido por Satanás impõe a obra do Senhor, antes nossa maior dificuldade está nos conflitos internos da igreja, causados principalmente pelo uso indevido da língua. O apóstolo Tiago diz que o falar descontrolado e sem um propósito de edificação é como o fogo que pode acabar com uma floresta ou como um navio desgovernado. A língua ferina, maledicente e impregnada de maldade é o cavalo de Troia da igreja!
Cavalo de Troia é o principal símbolo da famosa guerra de Troia, usado como estratégia pelos gregos para derrotar os troianos. De acordo com a história narrada na obra Ilíada de Homero, o Cavalo de Troia era feito de madeira e totalmente oco por dentro. O guerreiro grego, Odisseu, teria tido a ideia de construir um gigantesco cavalo e presentar os troianos, como um gesto simbólico de rendição da guerra. Os troianos aceitaram o presente e levaram o cavalo para o interior das muralhas de Troia. Todos os soldados beberam e comemoraram a rendição do inimigo e, quando todos estavam dormindo, centenas de soldados gregos saíram de dentro do cavalo e atacaram a cidade. Para ajudar a destruir os seus inimigos, os guerreiros liderados por Odisseu abriram os portões da cidade, possibilitando uma total invasão dos gregos em Troia, que foi totalmente destruída. A partir desta história surgiu a expressão popular presente de grego, quando alguém está se referindo a algo que ganhou, mas que não será útil ou trará problemas.
Assim são aqueles que são recebidos na comunidade como verdadeiros presentes de Deus, pois sempre nos alegramos quando alguém entra na igreja. Todavia, com o tempo, tais pessoas trazem para fora e pelos lábios as suas sujidades e causam grande estrago à unidade e comunhão da igreja. Que você não seja um presente de grego para sua igreja tornando-se um cavalo de Troia!

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2021
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Semana 03 - Construindo ambientes de paz!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 17 de janeiro

Semana 03 – Construindo ambientes de paz!
Miqueias 6.8
17 de Janeiro de 2021

 

Coloquei-me a escrever esse texto em meio à pandemia do Coronavírus que varreu o mundo no início de 2020 tendo como foco incubador e propagador da doença, a China, mais especificamente a cidade de Wuhan. O mundo estava em pânico e a imprensa com interesses comerciais (afinal tragédia vende) propagava as más notícias de forma como nunca visto, aumentando em 300% seus programas jornalísticos e anunciando cada morte com uma dramaticidade sem igual. Tudo isso gerou um ambiente de horror e a população mundial ficou aterrorizada. Os posts de calamidade e terror se multiplicavam nas redes sociais, mas percebi que algumas pessoas colocavam mensagens de ânimo e confiança em Deus.
As Escrituras Sagradas ensinam que os cristãos são promotores da paz, pois são felizes aqueles que anunciam as boas novas de salvação em meio ao caos social. É isso! Cristãos e gente do bem são promotores de ambientes de paz! O profeta Miqueias viveu num período de muita tensão social provocada pela opressão gerada pelas autoridades e pela superficialidade religiosa do povo. Os governantes buscavam meios para se tornarem cada vez mais ricos e poderosos e para isso não tinham escrúpulos em plantar terror nos cidadãos comuns (qualquer semelhança com governantes e imprensa em 2020, não é mera coincidência). Por outro lado, a religião praticada pelos israelitas estava apoiada em rituais sem nenhuma autenticidade. Estes dois fatores, ou seja, governantes corruptos e religiosos superficiais roubam a paz de uma nação e também de forma micro de uma família e de cada pessoa. Miqueias dá a dica para a cura: “Ele já mostrou a você o que é bom; e o que o Senhor pede de você? Que pratique a justiça, e ames a misericórdia e andes humildemente com o seu Deus” (Mq 6.8).

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2021
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Semana 02 - O que estamos fazendo com a Igreja

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 10 de janeiro

Semana 02 – O que estamos fazendo com a Igreja
Eclesiastes 9.10
10 de Janeiro de 2021

 

A mais importante de todas as instituições humanas, depois da família, é a igreja. A sua importância como elemento de equilíbrio social, promovendo relacionamentos para suprir a necessidade de sociabilidade é inquestionável. Também as ações sociais junto aos necessitados da comunidade onde está inserida é essencial para apoio às forças governamentais que não conseguem, sozinhas, desempenhar esse papel. A pacificação coletiva com uma mensagem de esperança, oferecida a um mundo tomado de sobressaltos e calamidades, promovem a igreja de Cristo à um patamar inalcançável para outros órgãos públicos e ONGs. Contudo a maior de todas as missões da igreja é apontar para a eternidade e aí não tem para ninguém.
Tudo e todos se voltam para as coisas dessa vida, mas a igreja abre as portas de um caminho pós morte! Se a igreja desenvolver confraria, fraternidade, sociabilidade e bem-estar social, mas negligenciar em sua missão de preparar pessoas para depois desta vida terrena, tudo que ela faz torna-se inócuo perdendo assim a sua razão de existir. Quando pelejamos pela unidade da igreja e nos engajamos em sua missão, estamos nos ocupando da tarefa mais significativa na qual mãos, mentes e corações podem se aplicar. Sinta-se um privilegiado quando envolvido numa reunião, num ensaio, num curso ou treinamento promovido pela igreja. Estou digitando esse texto enquanto o mundo inteiro está em assombro, e os templos estão fechados, para evitar aglomeração de pessoas tudo devido a uma pandemia gerada pelo Covid-19. Entretanto, durante esses dois meses em que tudo está paralisado, algumas dezenas de pessoas se desdobram para que a igreja cumpra sua missão de forma online. Sinta- se um bem-aventurado por estar continuamente no ambiente da oração, do louvor e da Palavra, pois as pessoas que assim o fazem, tornam-se colunas que sustentam os projetos de Deus cumpridos através da igreja.

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2021
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 3 de janeiro

Semana 01 – A Vitória Poderosa da Fé – Hebreus 11.17-19 – 03 de Janeiro de 2021

A verdadeira fé existe quando a Palavra de Deus é reconhecida como a bússola indicativa de como devemos viver. Essa fé genuína se expressa como uma resposta daquele que crê e confia que Deus sabe o que faz. Se relativizarmos a voz de Deus, abandonaremos a fé bíblica e marcharemos aceleradamente para a apostasia. Quando o Senhor prova Abraão pedindo-lhe seu filho Isaque, está buscando três atitudes: obediência, adoração e confiança. Aprendemos que para Abraão obedecer, ele precisava vencer a racionalidade, pois não havia lógica em sacrificar aquele sobre quem repousava a promessa de descendência poderosa feita pelo próprio Deus. Já para adorar, era preciso vencer as emoções e sentimentos, pois sacrificar o próprio filho não seria uma ação fria e destituída de agonia emocional, todavia, a obediência requeria um sacrifício das emoções antes mesmo de um sacrifício físico. Também, assim como Abraão, todos que desejam conhecer o poder realizador da fé, precisam vencer o medo, pois o ato de obediência exige disposição e coragem. Para o patriarca a obediência colocava em jogo não apenas a vida do seu único filho, mas também a promessa e a reputação de Deus, afinal se Isaque morresse também morreria a fé num Deus que promete, cumpre e sabe o que faz.

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2021
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

2020

Deus está entre nós

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 20 dez

Deus está entre nós

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 20 dez

A consagração para conquistar as promessas

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 13 dez

Semana 51 - A consagração para conquistar As promessas

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 13 dez

Semana 50 - Tomando posse do milagre

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 6 dez

Semana 49 - O propósito do milagre

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 29 nov

Curando através da enfermidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 22 nov

Semana 48 - Curando através da enfermidade

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 22 nov

Levando Deus a sério

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 15 nov

Semana 47 - Levando Deus a sério

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 15 nov

Vivendo acima dos problemas!

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 8 nov

Semana 46 - Vivendo acima dos problemas

Crescimento em Deus
Pr. Joel Stevanatto 8 nov
Crescimento em Deus

Deus está entre nós

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 20 de dezembro

Deus está entre nós – 20 de Dezembro de 2020
João 1.14

 

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória,             glória como do unigênito do Pai.”

Sem dúvida, o nascimento de Cristo ocorrido há 2020 anos atrás, marcou e impactou toda a história da humanidade! Mas você já se perguntou qual foi o impacto do nascimento de Cristo em sua vida? O nascimento de Jesus impactou a sua história pra valer, ou foi apenas uma informação? Alguns tiveram suas vidas tremendamente mudadas; outros, porém, não se importaram tanto. Mas fato é, que o nascimento de Cristo mudou a história! Haja vista que temos o registro da história “AC / DC”. E sabemos que nem a morte O pode deter! Alguns foram apenas “incomodados” com o nascimento de Jesus, mas não tiveram mudança de vida; outros, porém, foram fortemente transformados por Ele! Vamos hoje pensar sobre isso.

Analisando o versículo acima citado, concluímos que o nascimento de Jesus não é apenas uma data registrada pela representação do Natal; na verdade, ele é repleto de significado. E só aqueles que veem, que conhecem, e que se permitem envolver com a graça, a verdade e a glória têm as suas vidas mudadas por Jesus! Esta é a única maneira pela qual é possível conhecê-Lo hoje. Pois quem experimenta desta graça, desta verdade, e desta glória, não consegue mais viver sem Ele! E isso é maravilhoso!

Só que depois de conhecer a graça, a verdade e a glória, ainda é preciso aprofundarse mais! A questão é que, infelizmente, nem todos expressam esse interesse; tanto que dos 500 declarados cristãos daquela época (dentre 650 mil habitantes da Palestina) apenas 120 estavam reunidos, aguardando a promessa. Vejamos agora o que representam essa graça, verdade e glória, e como elas impactam as nossas vidas:

  • GRAÇA – Representa a suficiência compensatória em tudo. II Co 12.9: “A minha Graça te basta”. A Graça nos traz compensação diante das perdas e dificuldades da vida. Ela é suficiente para se viver bem. Seja qual for a inquietação, assim como foi com o apóstolo Paulo, a Sua graça nos basta!

 

  • VERDADE – Força sustentadora em tudo. II Co 13.8: “Porque nada podemos contra a verdade, senão a favor da verdade.” Quem tem a verdade é forte! Tem segurança, não se abala, sabe que tem estabilidade, porque essa força sustentadora o mantém.

 

  • GLÓRIA – Significância produtiva. Jo 17.22-23: “Eu lhes transmiti a glória que me deste, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.” O maior ministério cristão é manter a unidade. A unidade produz evangelização e vida comunitária. A unidade do Espírito está na igreja, e cabe a nós nos esforçarmos a fim de mantermos esta unidade.

 

Nosso pr. Joel conclui que, Jesus nasce na vida de quem vê e é impactado por sua Graça, por sua Verdade e por sua Glória. Pessoas religiosas que não tem o impacto da Graça, da Verdade e da Glória em suas vidas, não desfrutam dessa bênção, pois vivem apenas na lei religiosa. Como está escrito em Jo 1.17: “Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.” Vejamos as diferenças:

  • A Lei não tem Graça, mas peso; pois são ordens duras de se obedecer;
  • A Lei não tem a Verdade, que nos dá força; pois é somente a sombra do que haveria de vir;
  • A Lei não traz a Glória, que nos deixa maravilhados; antes vergonha e culpa, pois indica a nossa condição de miseráveis e pecadores.

 

Apesar da “carne” não mais habitar hoje entre nós, Jesus é real! Ele vive e continua a impactar as nossas vidas! Porque a graça é suficiente para nós, a verdade nos dá força para viver, e a glória nos deixa maravilhados! Celebre o verdadeiro Natal com Jesus! E que Deus abençoe a sua casa e toda a sua família!!!

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 20.12.2020 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Deus está entre nós

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 20 de dezembro

Deus está entre nós
20 de Dezembro de 2020
João 1.14

 

Isso não é extraordinário? Aquele que fez todas as coisas e é Deus sobre tudo e sobre todos, deixou a Sua glória para se fazer homem por alguns anos. Dessa forma, Ele ficou sujeito a tudo o que também estamos sujeitos com o propósito de resgatar a nossa condição de filhos de Deus que havíamos perdido por causa do pecado. Ele morreu, ressuscitou e prometeu estar sempre entre nós. Então devemos nos alegrar em qualquer circunstância, pois se Ele fez isso, então o que não fará para nos ajudar nos momentos de nossas maiores dificuldades? Te convido a tomar uma postura de coragem diante dos seus desafios, pelo simples fato de que Ele prometeu que estará com você. Não importa o que aconteça, lem- bre-se sempre que Jesus está entre nós. Você não o verá fisicamente, mas poderá ver a Sua glória na forma como Ele encaminha as situações para aliviar a sua dor e lhe dar condições de viver de maneira digna. Acredite sempre que Ele está com você!

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2020 Pr. Joel Stevanatto Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

A consagração para conquistar as promessas

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 13 de dezembro

A consagração para conquistar as promessas – 13 de dezembro de 2020 – Josué 5.10-15.

Quando se fala em consagração, precisamos diferenciar a dedicação a Deus refletida por atitudes de obediência, com esforço e disciplina; de “atos consagratórios”, que nem sempre expressam a verdadeira consagração. Pessoas consagradas são sempre constantes em Deus, independente de circunstâncias, porque entendem que dedicar-se a Deus é mais importante do que dedicar-se a quaisquer outras tarefas.

No texto citado acima, vemos que Josué era um homem dedicado a Deus, pois era zeloso em tudo o que fazia (Pv 22.29) e acima de tudo, consagrado ao Senhor.

Josué e o povo dedicaram-se a Deus, antes mesmo de dedicar-se a conquistar a terra prometida. Veremos a seguir como foi isso, através de 3 atos que ele deliberou no meio de Israel:

  • Por meio da circuncisão. (Js 5.2). Significava separação e obediência. Israel era diferente dos outros povos. Era separado para Deus. A circuncisão era um ato de obediência que declarava essa verdade;
  • Por meio da celebração da Páscoa. (Js 5.10). Significava uma memória de gratidão, acompanhada de louvor. Aleluia! Fomos salvos por Jesus e temos a vida eterna! Isso já é o bastante para termos esse sentimento de gratidão e louvor, e nos dedicarmos 100% ao Senhor com alegria!
  • Por meio da intimidade com Jesus. (Js. 5.14). Josué busca intimidade com o Senhor através da adoração, serviço e santidade. Adora, mediante a identificação de quem é Jesus. Está disposto a fazer o que Ele manda mediante o reconhecimento de que Ele é o Senhor! Isto é maravilhoso!

 

Nosso pastor Joel ainda nos apresenta um outro personagem bíblico, que também expressa uma vida de consagração a Deus: o rei Ezequias (capítulos 29 e 30 de II Crônicas) que acima de tudo restaurou o culto ao Senhor, e convocou o povo e os sacerdotes à verdadeira consagração. Vamos aprender através da vida desse rei, 4 atitudes importantes de consagração:

  • Inclinar o coração (II Cr 29.34). Os levitas inclinaram o coração para restabelecer o culto a Deus;
  • Ter humildade para obedecer (II Cr 30.8). Os israelitas são chamados a abandonar a teimosia, e servirem ao Senhor com integridade de coração;
  • Não se deixar intimidar pelos profanos (II Cr 30.10). Enquanto mensageiros andavam pelas ruas chamando o povo à consagração, alguns homens ímpios zombavam e escarneciam deles;
  • Afastar-se dos ídolos (II Cr 30.14). Todos os lugares de adoração a outros deuses foram destruídos, declarando-se que só o Senhor é Deus!

 

A consagração genuína implica em uma vida pessoal com Deus, onde os atos de obediência e humildade refletem apenas a intimidade que já existe entre a criatura e o seu Criador. Aí nasce uma relação de confiança e amor, onde a dedicação se torna evidente, e nos blinda dos problemas externos que não podem nos abalar!

Consagre sua vida ao Senhor, confie no Seu agir, e no tempo certo, na hora certa, você verá a concretização das promessas que Ele lhe fez! Esta é a chave da sua vitória!

Texto: Kátia Victoriano. Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 13.12.2020 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”

Crescimento em Deus

Semana 51 - A consagração para conquistar As promessas

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 13 de dezembro

A consagração para conquistar as promessas
13 de Dezembro de 2020
Josué 5.10-15

 

O ponto final da peregrinação de Israel pelo deserto de Sim foi o lugar que seria o ponto de partida para a conquista de Canaã. O lugar era conhecido como a planície de Gilgal. Gilgal aparece como cenário em diversas passagens importantes do Antigo Testamento, e dentre elas, destaco que ali foi a principal base de operações de Israel na conquista da Terra Prometida, sendo estabelecidas ali doze pedras comemorativas. Foi dali também que Josué liderou a campanha contra Jericó. Contudo, saliento que Gilgal foi o local da consagração de todos os homens nascidos no deserto, que não haviam sido circuncidados. A grande lição no milagre de Gilgal foi que a obediência em atos de consagração a Deus e na busca da santidade, é mais importante do que estratégias e planos para se alcançar propósitos e materialização das promessas de Deus. Você pode se dedicar por inteiro, mas se não for santificado, seus esforços serão inúteis no que tange às promessas de Deus.

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Crescimento em Deus

Semana 50 - Tomando posse do milagre

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 6 de dezembro

Tomando posse do milagre
06 de Dezembro de 2020
Deuteronômio 11.8

 

A Bíblia apresenta cerca de 8 mil promessas, sendo 5 mil no Antigo Testamento e 3 mil no Novo Testamento. Parte dessas promessas é direcionada para alguém em de- terminado lugar e numa situação especifica, mas a maioria das promessas é aplicável para a vida de todas as pessoas que creem em Deus. As promessas são marcadas por fenômenos sobrenaturais, mas na maioria dos casos requer a participação humana, seja por meio da fé, da obediência a algum mandamento dado pelo Senhor, ou por alguma atitude ousada, acompanhada de adoração e clamor. O fato é que as promessas são abstratas e precisam ser materializadas para que sejam significativas, e nesse ponto a participação do crente é essencial. Deus diz “Eu te darei”, todavia, possuir aquilo que Deus prometeu depende do posicionamento do crente para tomar posse, primeiro da promessa, e depois de ações, posturas ou comportamentos que materializam a promessa. Não seja daquelas pessoas que ficam esperando Deus fazer tudo, mas ofereça sua vida a Deus para que tudo seja feito!

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Crescimento em Deus

Semana 49 - O propósito do milagre

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 29 de novembro

O propósito do milagre
29 de Novembro de 2020
João 9.1-41

 

O capítulo 09 de João indica que o grande problema da humanidade é a cegueira espiritual, mas Jesus faz o milagre de curar esse tipo de cegueira. O cego de nascença é curado física e espiritualmente, sendo a cura espiritual o propósito de todos os milagres. Não é o deficiente que se interessa pela cura, mas sim o Senhor, pois o homem fica passivo e Jesus age. Assim se desenvolve a salvação daquele que crê, pois é pela graça que somos salvos. Jesus afirma aos discípulos que Ele é a luz do mundo, e depois cura o cego de nascença. Jesus não restaurou, mas gerou a visão naquele homem. Assim acontece com todos os que são curados da cegueira espiritual. O homem a quem Jesus deu visão veio perceber, gradativamente, quem era Jesus. Primeiro o aponta como “o homem chamado Jesus”, depois afirma que Ele é um profeta, que é de Deus e que é o Senhor. Essa é a maior evidência de que alguém foi curado da cegueira espiritual: entregar-se ao senhorio de Jesus.

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Crescimento em Deus

Curando através da enfermidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 22 de novembro

Curando através da enfermidade – 22 de Novembro de 2020
II Re 15.1-8 (II Cr 26.1-15) e II Co 12.7-10

 

A começar do título desta mensagem, é importante que entendamos que muitas vezes Deus usa de circunstâncias contrarias à nossa vontade, para nos corrigir sobre erros que estamos cometendo ou que venhamos a cometer. Rm 8.28 diz: “… que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”. Só Ele tem a forma certa de agir em nossa vida.

A título de exemplo, veja comigo a tratativa de Deus na vida de 3 homens, a fim de evitar um mal maior:

* Jacó tornou-se manco, para ser curado da sua “malandragem” – (Gn 27.36);                                                                     * José passou por todo um processo para ser curado da sua “imaturidade” – (Gn 37-50);                                                           * Balaão precisou ser humilhado por uma mula, para ser curado da sua “teimosia” – (Nm 22).

Mesmo que não entendamos, Deus sabe como tratar com cada um de nós, e faz isso de forma artesanal! Portanto, analisaremos agora a vida de 2 personagens bíblicos: Uzias, no Antigo Testamento; e Paulo, no Novo Testamento, e como ambos foram tratados, pelo Senhor, no seu orgulho.

  • Uzias tornou-se orgulhoso devido aos seus predicativos. II Cr 26.16: “Mas, depois que Uzias se tornou poderoso, o coração dele se exaltou para a sua própria ruína…” Vemos no texto sagrado que Uzias fez o que era reto aos olhos do Senhor (v.4) propondo-se a buscar a Deus; venceu batalhas, Deus o ajudou (v.7); construiu torres (v.9); teve muitos empregados (v.10); preparou um forte exército (v.11); enfim a sua fama se espalhou de tal forma, que ele se tornou orgulhoso e Deus precisou intervir… E como Deus interviu, trazendo-lhe a cura? Através da lepra (versos 19-21);
  • Paulo poderia tornar-se orgulhoso pela sua espiritualidade. II Co 12.7: “E, para que eu não ficasse orgulhoso com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne…”. Paulo teve visões e revelações maravilhosas do Senhor! Ele foi arrebatado até o 3º céu e viu coisas que ele mesmo denominou de “indizíveis” dada a sua grandeza! E como Deus, de forma “preventiva” trouxe-lhe a cura? Colocando um espinho em sua carne, a fim de não permitir que ele se exaltasse.

 

Com o “espinho” de Paulo aprendemos que:

  1. O propósito de Deus é irrevogável. II Co 12.8: Três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim”. Tem situações na minha e na sua vida em que não adianta orar; porque estamos num tratamento de Deus. E os “espinhos” terão que permanecer para que o propósito se efetive.
  2. A Graça de Deus é o suficiente. II Co 12.9: “Ele me disse: a minha Graça é o suficiente para você…”. Aleluia! Paulo aprende e nos ensina que a graça do Senhor é o que nos sustenta e abençoa!
  3. Precisamos da nossa fraqueza. II Co 12.9b: “…porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. ” É por meio da dificuldade que nos aproximamos mais de Deus, e o Seu poder se manifesta em nós.
  4. Devemos nos alegrar durante o processo. II Co 12.9-10b: De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas… Por isso sinto prazer nas fraquezas…”. Sabemos que não é fácil se gloriar nas fraquezas; mas o tratamento de Deus em nós é o que trará a cura. Passe por ele louvando ao Senhor!

 

Concluímos que tanto Paulo como Uzias estavam doentes e foram tratados pelos métodos de Deus, porém os efeitos foram distintos. O espinho na carne de Paulo fez dele um grande apóstolo, com diversas citações bíblicas, pois o tratamento de Deus teve efeito! Já na vida de Uzias, o resultado parece não ter sido tão eficaz: “… por ser leproso, morou numa casa separada, porque foi excluído da casa do Senhor…” II Cr 26.21.

Deus tem suas formas particulares de agir no físico, a fim de curar a enfermidade que pode matar a alma. E às vezes aquilo que parece ser tão dolorido, na verdade é apenas a “vacina” de Deus que te trará a cura! A questão é: Como você reage ao tratamento de Deus? Limitado e amargurado como Uzias? Ou aprende, como Paulo, que através da graça de Deus você pode todas as coisas porque sabe que o Poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza? Note que Deus usa o espinho na carne como um “revelador” de Seus propósitos! Por isso se alegre na sua fraqueza! Para que o poder de Deus se manifeste na sua vida e você possa como Paulo declarar: “… quando sou fraco, então é que sou forte” II Co 12.10. Permita-se ser tratado por Deus!!!

Texto: Kátia Victoriano.
Compilado da ministração do Pr. Joel Stevanatto em 22.11.2020 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 48 - Curando através da enfermidade

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 29 de novembro

Semana 48
Curando através da enfermidade
22 de Novembro de 2020
II Re 15.1-8 (II Cr 26.1-15) e II Co 12.7-10

 

O capítulo 09 de João indica que o grande problema da humanidade é a cegueira espiritual, mas Jesus faz o milagre de curar esse tipo de cegueira. O cego de nascença é curado física e espiritualmente, sendo a cura espiritual o propósito de todos os milagres. Não é o deficiente que se interessa pela cura, mas sim o Senhor, pois o homem fica passivo e Jesus age. Assim se desenvolve a salvação daquele que crê, pois é pela graça que somos salvos. Jesus afirma aos discípulos que Ele é a luz do mundo, e depois cura o cego de nascença. Jesus não restaurou, mas gerou a visão naquele homem. Assim acontece com todos os que são curados da cegueira espiritual. O homem a quem Jesus deu visão veio perceber, gradativamente, quem era Jesus. Primeiro o aponta como “o homem chamado Jesus”, depois afirma que Ele é um profeta, que é de Deus e que é o Senhor. Essa é a maior evidência de que alguém foi curado da cegueira espiritual: entregar-se ao senhorio de Jesus.

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2020 Pr. Joel Stevanatto Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Levando Deus a sério

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 15 de novembro

Levando Deus a sério – 15 de Novembro de 2020
Josué 10.12-14

 

Através desta mensagem, aprenderemos que quando levamos a sério o que o Senhor fala conosco, Ele também leva a sério o que nós falamos com Ele, por meio da oração. Infelizmente hoje o mundo tem “brincado” com Deus, e por isso não compreendem a importância da oração que realmente funciona.
Quando em meio à batalha, Josué ora a Deus no texto citado, de forma que o sol se detém e a lua para, isso não é fruto de uma oração qualquer. Na verdade, é o resultado de um relacionamento com Deus construído durante 40 anos de aliança! Josué impressionava a Deus por sua obediência, e tinha certeza de suas orações. Por isso Deus pelejava por ele, nas suas batalhas! Observe: Deus não luta pela causa, mas sim pela “pessoa” que tem a causa. A pessoa que através da sua obediência incondicional a Deus, recebe o milagre da intervenção divina em meio aos problemas da vida. Deus chegou a mudar a rotação da Terra, para atender ao pedido “absurdo” de um servo Seu que O impressionara!
Agora por que será que existem pessoas que oram, mas não são atendidos? A bíblia nos responde que alguns “… pedem e não pedem e não recebem, porque pedem mal, para esbanjarem em seus prazeres”. Tg 4.1-3. Não buscam a orientação e sabedoria de Deus, e por isso acabam por se frustrar.
O verso 14 do texto de Josué 10 nos diz que: “Não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o Senhor, assim, atendido à voz de um homem…” Aleluia! Josué construiu um relacionamento em que Deus confiava nele! Certamente se eu perguntar se você confia no Senhor, você responderá que sim. Mas, e se eu perguntar se Deus confia em você, qual seria a sua resposta?
Para se construir uma relação de confiança com Deus, além de tempo, quero destacar aqui 2 aspectos de suma importância:

1º – Josué levava a sério a sua própria palavra – Vemos nas histórias de suas guerras descritas na bíblia sagrada, que ele honrava o que dizia, e o povo sabia disso. (Js 9.3 e 14 / Sl 15.2);

2º – Josué levava a sério a Palavra de Deus – Nos 40 anos em que Josué constrói uma relação genuína de confiança com Deus, ele O obedece em todas as Suas determinações. Deus ordena:

  1. Lidere esse povo – Deus o avisa que ele sucederia a Moisés, e ele não foge da ordem: Js 1.1-2;
  2. Circunde esse povo – Deus ordena a circuncisão de todos os meninos no 8º dia de vida, inclusive dos adultos que não haviam sido circuncidados, e Josué obedece: Js 5.2;
  3. Celebre a Páscoa – Mesmo em tempo de guerra, se Deus mandara celebrar a Páscoa, Josué obedece e celebra a Páscoa: Js 5.2,10;
  4. Cerque Jericó e a derrube – Por mais “estranha” que pareça a estratégia dada por Deus para a vitória, Josué obedece sem questionar, e saí vitorioso: Js 6.3-5.

Diante disso, o nosso pr. Joel redige a seguinte conclusão:
“Somente a obediência incondicional aos ‘absurdos’ que Deus nos ordena ou pede, pode gerar uma condição onde os ‘absurdos’ que nós pedimos a Deus sejam atendidos”.

Pense nisso. Leve Deus a sério, e construa uma relação sólida de confiança com Ele!

Texto: Kátia Victoriano.
Compilado da ministração do Pr. Joel Stevanatto em 15.11.2020 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 47 - Levando Deus a sério

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 15 de novembro

Levando Deus a sério – 15 de Novembro de 2020
Josué 10.1-14

Durante a batalha de Jericó Josué precisava consolidar a vitória que se apresentava. O dia estava acabando e com a noite, as tropas se recolheriam em seus acampamentos, e com isso, Jericó poderia montar novas estratégias e se refazer da surra que estava tomando. Josué precisava de um dia maior e foi isso que pediu ao Senhor. Contrariando as leis da natureza firmadas por Ele mesmo, Deus atendeu ao pedido do seu servo e gerou um milagre. O relato culmina informando que: “nunca antes nem depois houve um dia como aquele, quando o Senhor atendeu a um homem” (vs. 14). Josué, desde sua mocidade, foi um homem que levou a sério as ordens que Deus dava; e, com uma visão otimista, atendia e cria no que Deus mandava como sendo o melhor. Você tem se credenciado em ser ouvido e atendido por Deus quando precisa de um milagre? O credenciamento vem pela construção de uma vida marcada por atos de obediência às ordens divinas devido a uma confiança inabalável no amor de Deus por sua vida.

Agenda Apascentai O Pequeno Rebanho 2020
Pr. Joel Stevanatto
Amando Deus e pessoas.

Crescimento em Deus

Vivendo acima dos problemas!

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 8 de novembro

Vivendo acima dos problemas! – 08 de Novembro de 2020
Mateus 14.22-36

Esta passagem tão conhecida, em que Jesus anda sobre as águas, remete aos nossos problemas do dia a dia em pleno século XXI. Vemos ali o apóstolo Pedro, que apesar de ser perito pescador, em meio ao grande perigo do mar, ele clama a ajuda do Senhor. Pedro não estava apenas envolvido pelo problema; na verdade o problema já tomara conta dele, e o fazia submergir em desespero. Mas a boa notícia é que Jesus estava lá e o problema não O envolvia! Por isso não focaremos aqui na vida de Pedro; mas em Jesus, pois Ele é o nosso modelo e devemos aprender Dele – “Aprendam de mim” como Ele nos ensinou: Mt 11.29.
Todos nós passamos pelas “ondas” desta vida, e não podemos submergir em meio às dificuldades, pois o nosso Modelo nos ensina a “caminhar sobre as águas”! Que o Espírito Santo te lembre disso: Você foi chamado para ser igual a Jesus! E mesmo quando o vento soprar forte, o Senhor te socorrerá!
Aprendemos com Jesus, as 3 posturas que compõem uma receita completa para andarmos sobre as águas, e não sermos envolvidos pelos problemas. Detalhe importante: eram comportamentos habituais de Jesus.
1 – Importar-se com pessoas. Mt 14.22: “Ele despedia as multidões”. Jesus não buscava os seus interesses, mas cuidava das pessoas que estavam perto. I Co 13.5 diz “… o amor não busca os seus interesses…” Jesus anda sobre as águas porque não se preocupava consigo, mas com o bem-estar dos outros. Deus cuida de você, quando você cuida de outros. Deus cuida daquele que está despreocupado consigo mesmo!

2 – O valor da solidão. Mt 14.23: “A fim de orar sozinho…lá estava ele, só”. Quando Jesus reserva um tempo para ficar só, Ele busca conectar-se com Deus sem distrações. Jesus fez isso para buscar equilíbrio e lembrar quem Ele era. Nos ensinando que além de orar, precisamos estar sozinhos para OUVIR e SENTIR DEUS em nós… É na solidão que vemos quem nós somos, e quem é Deus na nossa vida!

3 – Cuidar dos seus. Mt 14.25: “Jesus foi até onde eles estavam”. Ele cuidava da necessidade dos seus, em todos os sentidos. Ele sabia o que os discípulos estavam enfrentando. Ele sabe a intensidade do vento na sua vida, e assim como Ele fez com os discípulos, hoje Jesus também vai até você! E para cuidarmos dos nossos, precisamos identificar quem são eles. Os que cuidam dos seus, não os deixam passar necessidades físicas ou emocionais. Jesus chega justamente na hora em que seus discípulos estavam mais necessitados!

Cuide dos seus para que não haja carências físicas ou emocionais. I Tm 5.8: “Se alguém não tem cuidados dos seus, e especialmente dos da sua própria casa, esse negou a fé e é pior que o descrente”.
Vemos no contexto dessa mensagem, Jesus apresentando 3 atitudes para cuidar dos seus:
1 – Jesus os encoraja – v. 27: “Mas Jesus imediatamente lhes disse: Coragem! Sou eu. Não tenham medo”!
2 – Jesus os auxilia – v. 31a: “E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, o segurou…”
3 – Jesus os corrige – v. 31b: “Homem de pequena fé, por que você duvidou”?

Encontramos nos três evangelhos onde este maravilhoso episódio está escrito, 3 narrativas distintas dos discípulos de Jesus, que nos trazem grande ensinamento:
Mt 14.33 – “Os que estavam no barco O adoravam…”
Jo 6.21 – “Então eles o receberam com alegria, e logo o barco chegou ao seu destino”.
Mc 6.51,52 – “… Ficaram totalmente perplexos, porque não haviam compreendido o milagre dos pães, pois o coração deles estava endurecido”.
Logo, mesmo que você não entenda o que está passando, adore e receba Jesus com alegria! Não endureça o seu coração, pois só então, você poderá andar sobre as águas! Deus seja louvado!

Texto: Kátia Victoriano.
Compilado da ministração do pr. Joel Stevanatto em 08.11.2020 na Casa de Oração para todos os Povos – Igreja OBPC Mandaqui – “Amando Deus e Pessoas”.

Crescimento em Deus

Semana 46 - Vivendo acima dos problemas

Pr. Joel Stevanatto Pr. Joel Stevanatto 8 de novembro

Vivendo acima dos problemas – 08 de Novembro de 2020
Mateus 14.22

Aqui aprendemos que na obediência teremos problemas, mas o milagre sempre se fará presente quando buscarmos uma solução em Deus! Os discípulos passam por perigo quando, em alto mar durante a noite, tem a embarcação assolada por uma tempestade. Eles estavam ali para atender uma ordem de Jesus e, por isso, Jesus anda sobre as águas e vem ajudá-los. Pedro pede ao Senhor para ir ao seu encontro também andando sobre as águas ao que Jesus ordena: “Venha”! Pedro andou um pouco e depois começou a afundar. Jesus estende a mão e o socorre. Ambas as situações de perigo nascem depois da obediência prestada ao Senhor, mas o milagre do socorro e livramento acontecem. No mundo natural onde os milagres não acontecem, as pessoas andam no terreno sólido dos seus raciocínios lógicos, todavia nas dificuldades precisam usar da mesma lógica que os dirigiu para aquele caminho no qual não foram bem-sucedidos, para encontrar soluções. No entanto, na vida do sobrenatural, os pés se apoiam na fé; e, quando surgem problemas, o Senhor Jesus sempre tem pés para caminhar e mãos para socorrer àqueles que são obedientes aos Seus mandamentos.

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