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Igreja O Brasil Para Cristo

Amando Deus, pessoas e servindo.

Cultos: 4ᵃˢ feiras • 15h | 5ᵃˢ feiras • 20h
Domingos • 10h e às 19h
Devocionais: De Segunda a Sexta-feira
das 08h às 08h30

Endereço: Av. Ultramarino, 616 - Lauzane Pta-SP

AGENDA

Retiro de Mulheres Renovadas

Data: 19 a 22 de novembro de 2026
Local:Hípica Jaguari - Bragança Pta

Data: 16, 17 e 18 de outubro de 2026
Local: Igreja O Brasil para Cristo no Mandaqui

Simpósio de Missões 2026

MINISTRAÇÕES

PALAVRA PASTORAL

Pr. Joel Stevanatto

UNGIDOS TRANSFEREM UNÇÃO | SEMANA 33
Deuteronômio 31.1-2, 7

Quando Moisés estava velho e sentia-se impedido de continuar com a missão que lhe fora confiada por Deus, dirigiu-se ao povo contando-lhes o seu intento de estabelecer um sucessor para que aquilo que era uma promessa pudesse se concretizar. Depois falou com Josué mostrando-lhe que ele seria o seu sucessor. Como em outros processos na história bíblica, o intento de Deus foi realizado por etapas e com líderes escolhidos para cada uma delas. Assim aconteceu com Eliseu que sucedeu a Elias como profeta milagroso em Israel. Da mesma forma, Salomão concluiu o estabelecimento do Reino de Israel dando sequência ao trabalho do seu pai Davi, e Pedro foi encarregado de apascentar as ovelhas de Jesus. Em todos esses casos temos algumas coisas em comum que identificam o que é chamado por alguns de transferência de unção.
A grande lição de todo processo, é que a transferência de unção não é um ato feito pela vontade humana pela imposição de mãos do ungido sobre outra pessoa repassando-lhe capacidades e poderes sobrenaturais. Em todos os casos na Bíblia aquele que herda a unção é alguém que andou junto com o ungido e aprendeu com ele como fazer as coisas do ofício da missão proposta, por isso poderíamos chamar a transferência de unção de discipulado sem estar em nada torcendo ou mudando o teor do que é feito. Daí entende-se que a unção não é transferida num ato, mas durante um processo até que se concretize a sucessão. Outro fator importante é que o Senhor está no controle do que há de acontecer debaixo da Sua soberania, pois alguém ser ungido é fruto de uma decisão divina, e assim também o seu sucessor será indicado pelo próprio Deus. Antes que Moisés dissesse ao povo e a Josué que ele o sucederia, Deus já havia comunicado isso ao legislador de Israel. O mesmo aconteceu com Elias em relação a Eliseu e com Davi com respeito a Salomão (1 Reis 19.16; 1 Crônicas 22.9). Também é importante salientar que embora a transferência da unção indique que alguém vai dar continuidade àquilo que foi iniciado, a forma como cada um trabalhará e o objetivo do trabalho poderão ser diferentes. A missão era sair do Egito, peregrinar pelo deserto, guerrear contra os antigos moradores da terra prometida e tomar posse dela. Moisés foi o libertador, o legislador e o guia pelo deserto; e Josué foi designado por Deus para ser o conquistador e gestor na partilha entre as tribos de Israel das terras conquistadas. Moisés fez uma coisa e Josué fez outra, mas a missão era uma só e a unção foi entregue pelo Senhor a cada um deles no tempo certo. Ainda que a unção seja uma escolha divina sobre o escolhido ela precisa ser desejada e o escolhido cooperar para que ela venha a ser concretizada (1 Timóteo 3.1).

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